3,4 mil milhões. É este o valor que paira por cima da cabeça de quem faz lóbi pelo sector do medicamento, entre os quais a Associação Nacional das Farmácias (ANF).
A ideia é atribuir aos privados matérias que durante décadas estiveram controladas. Actualmente, os preços, as comparticipações e as margens dependem do Estado, que é quem paga a maior fatia da despesa com os medicamentos. Sempre foi consensual que esta era a forma de evitar distorções no mercado, mas agora quer limitar-se a intervenção do Estado.