Tal como em anos anteriores, o consumo de antidepressivos e ansiolíticos continuou a disparar, para 162,3 doses diárias definidas por mil habitantes, mais 25,3% do que em 2004, quando a meta era reduzir os valores em 20% até 2010. Pelo contrário, a utilização de alguns antibióticos de última geração, como as cefalosporinas ou de quinolonas, caiu. Respectivamente, o consumo diminuiu 34,3% e 0,8% desde 2004.
Os indicadores do sistema de saúde, como o número de médicos especialistas ou enfermeiros, evoluíram favoravelmente. No primeiro caso, o número subiu 11,9% em cinco anos, embora a medicina geral e familiar tenha evoluído em sentido contrário (menos 3,1% até 2007). O número de enfermeiros por cem mil habitantes subiu 29% até 2009, embora haja elevados níveis de desemprego.
Os indicadores de saúde pública também são abordados no documento, que traça uma evolução positiva na área da sida. A taxa de mortalidade antes dos 65 anos caiu 29,5% em cinco anos.
Fontes: Jornal "Diário de Notícias" e autor em 17 de Janeiro de 2011