Infarmed vai passar a aprovar medicamentos só a pensar no custo. Médicos estão contra

Infarmed vai passar a aprovar medicamentos só a pensar no custo. Médicos estão contra - 

Alteração pode colocar em causa o acesso dos doentes à inovação. Mudança da metodologia de avaliação na recta final do mandato da actual direcção está a ser alvo de críticas.

É uma mudança de metodologia, que pode vir a retirar aos doentes o acesso a muitos medicamentos inovadores que possam surgir. A Autoridade Nacional do Medicamento (Infarmed), elaborou uma proposta de revisão das orientações metodológicas que determina que a avaliação económica de medicamentos passe a ser feita apenas com base na poupança para o SNS, adianta o jornal Público.

Fonte ligada ao processo explica que mesmo que um determinado fármaco dê “qualidade de vida a um doente com uma determinada doença crónica”, o mesmo não é aprovado se não diminuir “os custos com as hospitalizações e exames”.

A proposta do Infarmed pode vir a afectar o acesso dos doentes à inovação terapêutica, principalmente em áreas em que têm vindo a aparecer novas soluções para os doentes, como a infecciologia (VIH, Hepatites), a pneumologia (Doença Pulmonar Obstrutiva Crónica) ou a oncologia.

Na proposta de alteração, lê-se que a avaliação deve ser feita na perspectiva do SNS. Isto é, no rácio de “custo-efectividade incremental” devem ser calculadas “as consequências, monetárias e clínicas, e custos que recaem noutros sectores públicos” .

No seio da comunidade médica, que se tem batido pelo acesso à inovação nos últimos anos, a proposta do Infarmed é vista com desagrado. O Bastonário da Ordem dos Médicos, critica a mudança. “Não se pode deixar de ter em conta a importância e o impacto das tecnologias na produtividade e na qualidade de vida das pessoas, e ter apenas em conta os custos nos hospitais”, disse Miguel Guimarães ao Público.

O bastonário recorre aos dados os dados do Índice de Saúde Sustentável, que mostraram que cerca de metade do valor investido no SNS, em 2018 (cerca de 10 mil milhões de euros), retornou para a economia.

Contra esta alteração está também a Associação Portuguesa da Indústria Farmacêutica (Apifarma). Esta entidade considera “extemporânea e desapropriada qualquer alteração das metodologias de avaliação de tecnologias de saúde num contexto de final de mandato do actual conselho directivo do Infarmed”. Também a Ordem dos Farmacêuticos diz tratar-se de uma proposta que “carece de melhor avaliação”.

 

Fonte:  Site "saudeonline.pt" e autor em 24 de Maio de 2019.

Estudo mostra "cenário catastrófico" nos cuidados paliativos

Estudo mostra "cenário catastrófico" nos cuidados paliativos - 

A Associação Portuguesa dos Cuidados Paliativos classifica como catastrófico o cenário traçado por um estudo que aponta para o aumento de pessoas a morrer sem acesso a cuidados paliativos no futuro, lembrando que Portugal tem "décadas de atraso".

"Portugal tem gerações e décadas de atraso relativamente às metas e boas práticas europeias. A associação tem reforçado a mensagem perante o poder político e executivo de que esta é uma matéria que não pode sofrer de inacção, de hesitações ou de inércia", afirmou à agência Lusa o presidente da Associação, Duarte Soares.

O estudo divulgado na quarta-feira à noite pela The Lancet Global Health indica que o número de pessoas que morrem com necessidades de cuidados paliativos deve quase duplicar nas próximas quatro décadas. Até 2060, estima-se que 48 milhões de pessoas a cada ano (quase metade de todas as mortes no mundo) morrerão com sérios sofrimentos relacionados com a saúde, um aumento de 87% em relação a 2016.

Duarte Soares considera que o estudo vem reforçar a mensagem da urgência de se tomarem medidas: "A mensagem é clara: mais doentes com maior idade, maior comorbilidade, maior grau de dependência e de sofrimento. Vemos um quadro catastrófico para o futuro, se nada for feito".

O presidente da associação lamenta que a campanha para as eleições europeias tenha dedicado "zero minutos" aos cuidados paliativos e à transformação demográfica.

"Deixa-nos perplexos e preocupados. Um dos maiores desafios clínicos e sociais nem sequer é abordado por nenhuma força política", indicou à Lusa.

O estudo publicado na The Lancet Global Health teve a participação de duas investigadoras portugueses, que reconhecem que a realidade em Portugal se enquadra nos resultados do estudo.

Maja Brito, investigadora do King's College London e da Faculdade de Medicina da Universidade de Coimbra, recorda que o estudo não acedeu a dados de cada país de forma individual, mas analisou países em desenvolvimento e também países desenvolvidos ou de alto rendimento, onde se enquadra Portugal, que tem ainda um vincado envelhecimento da população.

"Portugal é um país extremamente envelhecido e projecta-se que será o segundo país mais envelhecido do mundo em 2050. Nos dados do estudo consigo identificar o padrão de Portugal", declarou Maja Brito à agência Lusa.

A investigadora salienta que o estudo aponta para um aumento de mortes sem acesso a cuidados paliativos sobretudo nos casos de cancro e de demências.

Maja Brito manifestou preocupação sobretudo com a falta de preparação dos serviços para os casos de demência, que são os que terão "um crescimento mais rápido".

"É preciso aumentar o número de respostas e preparar os serviços para o alívio do sofrimento", indicou.

Bárbara Gomes, a outra investigadora portuguesa a participar no estudo, entende também que "o padrão português" se reflecte na análise.

"Há resultados transportáveis para Portugal e talvez até de forma mais acentuada, porque Portugal é dos países mais envelhecidos do mundo, o que permitirá dizer que a escala dos problemas seja ainda maior", comentou à agência Lusa a investigadora do King's College e da Faculdade de Medicina de Coimbra.

A investigadora salienta igualmente o "aumento exponencial" de casos de demência, com o estudo a apontar para a morte de seis milhões de pessoas em sofrimento por ano, até 2060.

O estudo estima que, no caso do cancro, morram 16 milhões de pessoas por ano em sofrimento até 2060, o que significa um aumento de 109% entre 2016 e 2060.

Contudo, os casos de demência, apesar de menores em número, são os que mais aumentam: seis milhões de mortes com sofrimento associado por cada ano até 2060, o que significa quatro vezes mais quando comparado 2016 com a projecção de 2016.

Em termos globais, as mortes com sofrimento aumentam em todas as regiões do mundo, mas a maior proporção vai para os países em desenvolvimento. Ainda assim, nos países desenvolvidos, três milhões de pessoas morrerão a mais por ano até 2060, representando um crescimento de 57% face a 2016.

 

Fonte:  Site "noticiasaominuto.com" e autor em 23 de Maio de 2019.

Hospitais atenderam quase 600 mil casos pouco ou nada urgentes no 1º trimestre

Hospitais atenderam quase 600 mil casos pouco ou nada urgentes no 1º trimestre - 

Cerca de 600 mil atendimentos na urgência dos hospitais públicos no primeiro trimestre do ano foram considerados pouco ou nada urgentes, representando quase 40% do total.

Os números das urgências por triagem de Manchester, que indica o grau de prioridade clínica, mostram que quase 600 mil dos 1,6 milhões de atendimentos receberam pulseira verde, azul ou branca, sendo considerados pouco ou não urgentes, de acordo com dados disponíveis no portal da Transparência do SNS analisados pela agência Lusa.

Estes números estão em linha com os dados globais do ano passado, que mostravam que 2,2 milhões de atendimentos tinham sido considerados pouco ou nada urgentes num total, em 2018, de mais de seis milhões de atendimentos nas urgências hospitalares.

A atribuição do verde e do azul como prioridade clínica significa que os utentes poderiam ser encaminhados para outros serviços de saúde, como os cuidados primários. A pulseira branca significa casos de doentes recebidos por razões administrativas ou casos clínicos específicos referenciados por um médico, mas sem situação aguda.

As cores da triagem de Manchester são vermelho (emergente), laranja (muito urgente), amarelo (urgente), verde (pouco urgente) e azul (não urgente).

Nos primeiros três meses deste ano, mais de 530 mil atendimentos nas urgências receberam pulseira verde e quase 20 mil receberam pulseira azul, enquanto mais de 41 mil tiveram pulseira branca atribuída.

Os hospitais do SNS registaram ainda quase 160 mil casos muitos urgentes, com pulseira laranja, e mais de 5.600 considerados emergentes, com pulseira vermelha.

As pulseiras amarelas são as mais comuns, com mais de 670 mil casos atendidos entre Janeiro e final de Março deste ano, ainda assim menos do que o somatório dos casos de pulseira azul, verde e branca.

A triagem de Manchester define tempos aceitáveis para a observação médica consoante as cores da prioridade. Nos casos vermelhos, a observação deve ser imediata e nos laranja o atendimento deve ser feito em 10 minutos. As pulseiras amarelas podem aguardar uma hora pela observação médica, enquanto verdes e azuis podem esperar duas a quatro horas, respectivamente, ou serem encaminhados para outros serviços de saúde.

O perito da Organização Mundial da Saúde Nelson Olim defende que Portugal devia ter serviços de urgência descentralizados e fora dos hospitais para os casos menos prioritários, além de criar centros de trauma nalgumas regiões do país.

Em entrevista à agência Lusa, o cirurgião português considera que "o hospital é um recurso demasiado caro e especializado para ser quase desperdiçado em urgências ambulatórias", com casos menos graves ou prioritários, que deviam estar mais próximos do cidadão.

"Os hospitais, quando fazem uma triagem na urgência, são obrigados a ver o doente independentemente do nível de prioridade. E o hospital tem de despender recursos para isso. Ainda ninguém quis de facto implementar uma urgência descentralizada, que permita ao cidadão que tenha um problema não emergente ou grave ter acesso a um médico sem ser no hospital", afirma.

A sobrecarga nas urgências acontece, no entender do especialista em emergência médica, muito porque "não há um acesso fácil ao conselho médico".

"Tem de haver uma reestruturação profunda das urgências para que apenas os doentes urgentes ou emergentes tenham acesso e sejam observados por profissionais que tenham uma capacidade especifica", defende.

Essas "urgências ambulatórias", para casos menos graves ou prioritários, poderiam estar ligadas aos centros de saúde, com acesso a alguns exames complementares de diagnóstico e terapêutica.

"O que não faz sentido no modelo português neste momento é manter a urgência ambulatória dentro do hospital. O hospital é um recurso demasiado caro e especializado. As urgências ambulatórias deviam estar mais próximas do cidadão, descentralizadas e de acesso fácil, provavelmente ligadas aos centros de saúde, com um horário de 24 horas em muitos dos casos. Porque é disto que o cidadão precisa", advoga Nelson Olim.

Defende ainda a criação de uma especialidade específica de urgência/emergência, porque "requer conhecimentos técnicos próprios e competências que um médico que faz 12 ou 18 horas de urgência por semana não consegue adquirir".

Convencido de que a especialidade iria "melhorar a qualidade do serviço prestado aos cidadãos", Nelson Olim entende que será também "um factor importante para ajudar a uma reestruturação maior" dos serviços de urgência no país.

Portugal é um dos quatro países europeus que ainda não têm a especialidade de medicina de urgência e emergência, mas a Ordem dos Médicos admite estudar a sua criação.

São mais de 80 países no mundo que criaram já a especialidade em medicina de urgência e emergência, 27 deles na Europa, segundo a Sociedade Europeia para a Medicina de Urgência/Emergência, que defende que a especialização e um sistema bem organizado são "capazes de aumentar a sobrevivência e reduzir a incapacidade depois de qualquer situação de urgência ou emergência médica".

Em Portugal, o centro da discussão será a Ordem dos Médicos, entidade que tem a competência para definir e criar novas especialidades médicas, como lembra o bastonário Miguel Guimarães.

Actualmente existe em Portugal uma competência em emergência médica, a que pode aceder qualquer médico, mas não há qualquer especialidade específica que englobe medicina de urgência e emergência.

O bastonário dos Médicos admite que este debate se possa fazer em breve dentro da Ordem, contudo não acredita que seja através da criação da especialidade que se consiga alterar o problema dos serviços de urgência em Portugal.

 

Fonte:  Site do "Jornal de Notícias" e autor em 23 de Maio de 2019

Fiscalização da saúde pública e privada travada pelas cativações do Governo

Fiscalização da saúde pública e privada travada pelas cativações do Governo - 

Entidade Reguladora da Saúde (ERS) acusa o ministério das Finanças de impedir reforço de meios, numa altura em que as queixas contra os serviços de saúde não param de aumentar.

A Entidade Reguladora da Saúde (ERS) está a acusar o Governo de contrariar o Parlamento, e assim prejudicar a segurança dos serviços de saúde. Na base desta acusação estão as cativações que a ERS considera serem ilegais e que se prolongaram no ano passado, continuando em 2019, numa altura em que as queixas contra os serviços de saúde e os processos de contra-ordenação não param de aumentar, conta esta a rádio “TSF” esta terça-feira.

Os números do último relatório indicam que no espaço de um ano as multas aplicadas pela ERS duplicaram (307 em 2017 e 680 em 2018), sendo que quase metade destas multas foram por falta de licença de funcionamento (323, quatro vezes mais que em 2017).

O plano de actividades para este ano e que a “TSF” teve acesso mostra queixas reiteradas pelas cativações em 2017, 2018 e novamente, em 2019, “com implicações directas na intervenção da ERS e respectiva amplitude e complexidade”.

Fonte oficial da ERS referiu à “TSF” que “nada tem mudado e que em 2019 já foram aplicadas cativações na ordem dos 7,5% do orçamento, número que irá possivelmente subir com a aguardada publicação do Decreto-Lei de Execução Orçamental”.

Recorde-se que o Parlamento chegou a aprovar uma resolução, tendo recomendado ao Governo que acabasse com as cativações na ERS. Contudo, até ao final de 2018 não foram feitas alterações e as despesas reais do regulador da saúde tiveram de se ficar pelos dois terços do orçamentado.

A ERS salienta que “qualquer atraso adicional na resolução da desadequação da estrutura de recursos humanos terá, inevitavelmente, nefastas consequências na prossecução de actividades essenciais desta entidade e inevitáveis prejuízos para o funcionamento do sistema de saúde e para a segurança dos utentes dos serviços de saúde”.

 

Fonte:  Site do "Jornal Económico" e autor em 22 de Maio de 2019

Biocodex chega a Portugal

Biocodex chega a Portugal - 

A Biocodex, laboratório farmacêutico de origem francesa, com mais de 65 anos de experiência na investigação, desenvolvimento e comercialização de probióticos, inaugurou uma sucursal em Portugal.

Aumentar o conhecimento sobre a microbiota e disponibilizar os melhores probióticos a consumidores e profissionais de saúde são dois dos objectivos da multinacional. O sucesso no nosso país do seu probiótico saccharomyces boulardii, conhecido por UL-250 e comercializado por um distribuidor até final de Julho, foi outra das motivações para abrir a sucursal em Portugal, como informa a empresa em comunicado.

Marie Bonte, Country Manager da Biocodex Portugal, diz: «Para mim é um desafio ímpar depois de 11 anos na Biocodex em França. A equipa encontra-se muito entusiasmada por termos um projecto único de iniciar a história da farmacêutica em Portugal introduzindo a principal área de investigação da Biocodex. A nível da educação sobre a microbiota ainda há muito por fazer em Portugal e isso é talvez o mais estimulante. Vamos ter também disponível, a partir de Agosto, um novo probiótico que, actualmente, conta com um alto nível de evidência na redução dos sintomas da SII».

Através da Biocodex Microbiota Foundation (BMF), uma organização dedicada ao financiamento dos projectos científicos a nível mundial, a multinacional tem dado o seu contributo para o desenvolvimento da investigação científica sobre o potencial inexplorado da microbiota. Ainda este ano lançaremos um Prémio de Investigação na mesma área dirigido aos investigadores portugueses», informa a Country Manager.

Com sede em França, a Biocodex tem registado um crescimento global sustentado, já estando presente em mais de 100 países.

«[Em Portugal] somos neste momento 5 pessoas e contamos ser 33 até ao fim do ano, confirmando assim o investimento a longo prazo em Portugal», explica a gestora.

 

Fonte:  Site da "Netfarma.pt" e autor em 22 de Maio de 2019

Leucemia. O que é e os sete sintomas que jamais pode ignorar

Leucemia. O que é e os sete sintomas que jamais pode ignorar - 

A leucemia é um cancro das células mais primitivas da medula óssea – as células estaminais - que são as células que dão origem às células do sangue.

Todos os anos surgem cerca de sete mil novos casos de leucemia linfócita crónica em Portugal.

É o tipo de leucemia mais frequente nos países ocidentais, sendo responsável por cerca de 33% dos casos totais de leucemia, sendo uma doença rara nos países asiáticos. A incidência é duas vezes superior nos homens do que nas mulheres, atingindo faixas etárias normalmente acima dos 50 anos de idade.

A leucemia linfática crónica é uma doença em que se acumulam muitos linfócitos anormais. Sendo que os linfócitos são as principais células do sistema imunitário,  segundo informações disponibilizadas pela rede de hospitais privados CUF.

Estes linfócitos parecem normais ao microscópio mas funcionam mal. É uma doença que se desenvolve muito lentamente (durante meses a anos mesmo sem tratamento) e os sinais de alarme como a anemia, hemorragias ou infecções podem demorar anos a aparecer.

Os sintomas manifestam-se quando o número de linfócitos doentes se torna muito alto, impedindo a medula de fabricar as outras células saudáveis para a funções normais do sangue. A terapêutica para este tipo de leucemia tem como objectivo baixar o número de glóbulos brancos. Na leucemia as células doentes que são fabricadas na medula vão transbordar para o sangue e vamos encontrá-las em circulação. Há vários tipos de leucemia, sendo que a sua maioria desenvolve-se a partir das células que vão dar origem a glóbulos brancos.

Com o passar do tempo, os linfócitos anormais preenchem a medula óssea, tornando difícil a substituição das células normais do sangue que vão morrendo.

Deverá estar atento e consultar o seu médico se tiver os seguintes sintomas:

Anemia - ocorre quando baixa o número de glóbulos vermelhos no sangue. Pode causar cansaço, falta de ar. Os doentes também podem ficar mais pálidos;

Hemorragias – devem-se a um reduzido número de plaquetas em circulação, podendo causar feridas fáceis, hemorragias gengivais e aparecimento de hemorragias na pele ou mucosas;

Infecções - Os linfócitos doentes não protegem contra infecções, são ineficazes. Assim sendo, há falta de glóbulos brancos eficientes para combater as infecções;

- Aumento de volume dos gânglios linfáticos e do baço;

- Febre;

- Transpiração noturna;

- Perda de peso.

Tratamento

Tendo em conta o estado menos ou mais avançado da leucemia linfática crónica, a equipa clínica multidisciplinar avaliará o melhor tratamento a seguir.

As opções podem incluir a quimioterapia, imunoterapia e eventualmente a radioterapia.

 

Fonte:  Site "noticiasaominuto.com" e autor em 22 de Maio de 2019.