APIFARMA lança campanha para promover a importância da vacinação

APIFARMA lança campanha para promover a importância da vacinação - 

A campanha é lançada no âmbito da Semana Europeia da Vacinação, que decorre entre 24 e 30 de Abril, e reafirma os benefícios das vacinas que salvam todos os anos milhões de vidas.

Na Semana Europeia da Vacinação, a decorrer entre 24 e 30 de Abril, a Associação Portuguesa da Indústria Farmacêutica – APIFARMA vai divulgar uma campanha, juntando inúmeras personalidades da indústria farmacêutica e da área da saúde para dar voz  a um apelo a favor da vacinação dos cidadãos.

A campanha de comunicação inclui a divulgação de um vídeo no site e redes sociais da APIFARMA – Linkedin e Instagram -, sobre os benefícios da vacinação, reunindo os testemunhos de importantes protagonistas da indústria e da saúde. O podcast mensal da APIFARMA, “Pela Sua Saúde”, disponível no site da associação, será também integralmente dedicado à temática das vacinas.

A vacinação está entre os maiores avanços da medicina moderna e salva milhões de vidas anualmente. Previne e controla um número crescente de infecções, cancros e doenças crónicas. A Organização Mundial da Saúde estima que as vacinas evitem entre quatro a cinco milhões de mortes por ano. Ainda assim, pelo menos 1,5 milhões de crianças continuam a morrer, todos os anos, por não estarem imunizadas contra a Difteria, o Tétano ou o Sarampo.

A APIFARMA também salienta a poupança que a vacinação induz ao evitar despesas com hospitalização, transporte, tratamentos de saúde e perdas de produtividade. Em países de baixo-médio rendimento, refere, a vacinação evitou 295 mil milhões de euros em despesa total estimada com doença para 10 doenças passíveis de serem prevenidas com a toma das vacinas. E poupou 3.4 mil milhões de euros estimados em custos de tratamento, incluindo hospitalização, 295 mil milhões de euros estimados em custos de transporte e 615 milhões de euros estimados em perdas de produtividade do cuidador.

 

Fonte: Site do "Jornal Económico" e autor em 26 de Abril de 2022.

Reforço da vacina só se a pandemia piorar e para grupos de risco

Reforço da vacina só se a pandemia piorar e para grupos de risco - 

Uma nova dose de reforço da vacina contra a covid-19 só deve ser administrada se a situação da pandemia se agravar e apenas em pessoas de maior risco, defendeu hoje o investigador Miguel Castanho.

Só faz sentido administrar uma quarta dose se a situação epidemiológica piorar muito e apenas aos grupos de maior risco", adiantou à agência Lusa o especialista do Instituto de Medicina Molecular da Universidade de Lisboa.

Na quinta-feira, após o Conselho de Ministros, a ministra da Saúde avançou que as autoridades do sector estão a preparar a administração de uma nova dose de reforço da vacina antes do período de Outono e Inverno.

"A Comissão Técnica de Vacinação contra a covid-19 considerou que seria de recomendar, de facto, uma segunda dose de reforço e esse segundo reforço deveria acontecer com uma sazonalidade de maior risco", referiu Marta Temido, sem especificar a que grupo em concreto será administrada essa nova inoculação da vacina contra o coronavírus SARS-CoV-2.

Em Abril, o Centro Europeu de Prevenção e Controlo de Doenças e a Agência Europeia do Medicamento já tinham recomendado uma quarta dose da vacina, apenas para maiores de 80 anos de idade.

Para Miguel Castanho, a administração de uma quarta dose de forma generalizada à população portuguesa "não faz sentido", a não ser que surja uma nova vacina "muito eficaz contra as novas variantes" do coronavírus que causa a covid-19.

"Vários estudos, incluindo um português, apontam para uma manutenção de protecção imunitária além do declínio de anticorpos. Portanto, não vale a pena persistir em vacinações sucessivas com a mesma vacina", salientou o investigador do Instituto de Medicina Molecular.

Relativamente ao fim do uso obrigatório de máscaras decidido quinta-feira pelo Governo e que hoje entrou em vigor, Miguel Castanho lembrou que o objectivo das máscaras é o de "fazer reduzir todos os indicadores a níveis considerados aceitáveis".

De entre todos os indicadores de avaliação da pandemia, o de "maior importância e impacto é a mortalidade", salientou o especialista, para quem, traduzindo um padrão internacional para a população portuguesa, o objectivo em Portugal deveria corresponder a 15 mortes diárias ou menos, quando o país está com cerca de 20 óbitos por dia.

"Agora, subitamente, contrariando decisões recentes, [o Governo] abdicou de algumas medidas sem que o objectivo tivesse sido atingido. Não sabemos se o Governo claudicou no objectivo ou se quis apenas libertar-se do ónus da manutenção das medidas", considerou o investigador à Lusa.

O uso de máscaras deixou de ser hoje obrigatório, depois de ter sido publicado na noite de quinta-feira o decreto-lei que altera e simplifica as medidas no âmbito da pandemia de covid-19 em Diário da República.

Segundo o decreto-lei, a máscara continua obrigatória nos estabelecimentos e serviços de saúde, nas estruturas residenciais ou de acolhimento ou serviços de apoio domiciliário para populações vulneráveis ou idosas, bem como unidades da Rede Nacional de Cuidados Continuados Integrados e, ainda, nos transportes colectivos de passageiros, incluindo o transporte aéreo, bem como no transporte de passageiros em táxi ou TVDE.

Segundo o Governo, Portugal regista uma mortalidade por covid-19 de 27,9 óbitos por um milhão de habitantes a 14 dias, superior ao limiar de 20 mortes definido pelo Centro Europeu de Controlo de Doenças (ECDC) e que era uma das referências para o país passar para um nível sem restrições de controlo da pandemia.

 

Fonte:  Site "noticiasaominuto.com" e autor em 22 de Abril de 2022

Covid-19: antiviral da Pfizer “fortemente recomendado” pela OMS para pessoas em risco de hospitalização

Covid-19: antiviral da Pfizer “fortemente recomendado” pela OMS para pessoas em risco de hospitalização - 

O medicamento antiviral da farmacêutica Pfizer é “fortemente recomendado” para pessoas com maior risco de internamento hospitalar por covid-19, consideram os especialistas da Organização Mundial da Saúde (OMS) numa orientação citada pela agência Lusa.

“O fármaco antiviral oral da Pfizer – uma combinação de comprimidos do nirmatrelvir e do ritonavir – é fortemente recomendado para pacientes com covid-19 não grave que estão em maior risco de hospitalização”, como não vacinados, idosos e pessoas com imunossupressão, adiantam os especialistas da OMS na publicação científica de medicina BMJ.

Os peritos da OMS explicam que o fármaco pode ser mais eficaz a prevenir hospitalizações do que outros medicamentos alternativos e, por ser tomado por via oral, é mais “fácil de administrar” do que outras opções intravenosas e tratamento de anticorpos.

No entanto, não recomendam a sua utilização em doentes com menor risco, uma vez que “os benefícios são triviais”, e também não aconselham a sua utilização em doentes graves ou críticos com covid-19, uma vez que não existem actualmente dados suficientes para este grupo específico.

A recomendação do uso do antiviral da Pfizer em pessoas com risco de hospitalização baseia-se em novos dados de dois estudos envolvendo 3.100 doentes, que demonstraram que o medicamento reduziu 84 internamentos em cada mil pacientes.

Em 27 de Janeiro, a Agência Europeia do Medicamento (EMA, na sigla em inglês) recomendou o medicamento da Pfizer, comercializado com o nome de Paxlovid, que se tornou então o primeiro antivírico de toma oral para tratar a covid-19 nos países da União Europeia.

Segundo a agência europeia, este medicamento da farmacêutica Pfizer está recomendado, nesta fase, para adultos que não precisam de oxigénio suplementar e que correm maior risco de desenvolver uma forma grave de covid-19.

O painel de peritos da OMS considerou ainda que os medicamentos antivirais devem ser administrados o mais cedo possível no decurso da doença e reconheceu que algumas implicações de custos e recursos podem tornar “desafiantes” o seu acesso nos países de baixo e médio rendimento.

As recomendações, agora, publicadas fazem parte de uma orientação desenvolvida pela OMS com o apoio metodológico da Magic Evidence Ecosystem Foundation, para fornecer orientações sobre a gestão da covid-19 e ajudar os médicos a tomar melhores decisões sobre o tratamento da doença provocada pelo coronavírus SARS-CoV-2.

 

Fonte: Site da "Netfarma.pt" e autor em 22 de Abril de 2022

Incidência da gripe subiu ligeiramente, depois de queda abrupta

Incidência da gripe subiu ligeiramente, depois de queda abrupta - 

A actividade epidémica da gripe está disseminada em Portugal, segundo o Instituto Nacional Doutor Ricardo Jorge (INSA), que indica uma ligeira subida da incidência, que tinha caído de forma abrupta.

De acordo com o boletim de vigilância epidemiológica da gripe relativo ao período entre 11 e 17 de Abril (semana 15), a taxa de incidência de síndrome gripal (SG) e de infecção respiratória aguda (IRA) foi de 5,2 por 100.000 habitantes (4,2 na semana anterior).

Segundo o INSA, foram reportados nesta semana cinco casos de gripe pelas 19 Unidades de Cuidados Intensivos (UCI) que enviaram informação (todos por Influenza A). Dos cinco doentes, dois apresentavam doença crónica e estavam vacinados contra a gripe sazonal.

Desde o início da época, foram reportados 22 casos de gripe pelas UCI que colaboram na vigilância, todos por vírus Influenza A. Em quase dois terços dos casos (72,2%) o doentes tinham doença crónica e recomendação para vacinação contra a gripe sazonal.

As três enfermarias que enviaram informação reportaram três casos de internamento por gripe nesta semana. No total, desde o início da época, foram reportados 18 casos de gripe pelas enfermarias que colaboram na vigilância.

Na época 2021/2022, os laboratórios da Rede Portuguesa de Laboratórios para o Diagnóstico da Gripe (Hospitais) notificaram 93.886 casos de infecção respiratória e foram identificados 5.153 casos de gripe.

Na semana 15/2022 (11 a 17 Abril), foram identificados 733 casos positivos para o vírus da gripe, dos quais 622 do tipo A, cinco do tipo B e 78 não tipados. Em 242 dos casos foi identificado o subtipo A(H3) e em quatro o subtipo A(H1).

Até ao momento, foram detectados 111 casos de co-infecção pelo vírus da gripe e SARS-CoV-2, refere o boletim.

No documento, o INSA diz ainda que desde o início da época 2021/2022 foram identificados outros agentes respiratórios em 4.842 casos. Na semana a que se refere boletim foram 155 casos.

No total, até a semana 15 (11 a 17 Abril) foram caracterizados 204 vírus da gripe com características antigénicas que se distinguem do vírus contemplado na vacina contra a gripe da época 2021/2022.

A vacinação contra a gripe arrancou em Portugal no final de Setembro, mais cedo do que o habitual devido à pandemia de covid-19, e foram vacinadas mais de 2,5 milhões de pessoas.

O boletim do INSA refere ainda que a mortalidade por todas as causas está "dentro do esperado para esta época do ano".

Sobre a situação europeia, indica que na semana 14/2022 (04 a 10 Abril) vários países da parte central e ocidental da região europa apresentaram uma taxa de detecção laboratorial do vírus da gripe acima de 30%: Holanda (78%), Polónia (59%), Luxemburgo (57%), Dinamarca (56%), França (50%), Eslovénia (48%), Hungria (34%) e Bélgica (31%).

 

Fonte:  Site "noticiasaominuto.com" e autor em 22 de Abril de 2022

Vacinas antialérgicas podem diminuir risco de crianças desenvolverem asma

Vacinas antialérgicas podem diminuir risco de crianças desenvolverem asma - 

Investigadores do Instituto de Saúde Pública da Universidade do Porto (ISPUP) concluíram que a imunoterapia, também conhecida como vacina antialérgica, pode prevenir a progressão da doença alérgica e diminuir em 25% o risco de as crianças desenvolverem asma.

Em declarações à agência Lusa, André Moreira, investigador do ISPUP, esclareceu hoje que o estudo, publicado na revista científica Allergy, pretendia avaliar se as vacinas antialérgicas eram eficazes na prevenção do desenvolvimento de asma em indivíduos com sensibilidade a alergénios presentes no ar, como o pólen e os ácaros. 

"Até agora havia uma questão importante que era perceber se as vacinas antialérgicas servem apenas para tratar ou não. No caso da doença alérgica, não temos nenhum fármaco ou intervenção conhecida, até agora, que pudesse mudar a história natural da doença", referiu o coordenador do estudo. 

Para avaliarem a eficácia das vacinas, os investigadores realizaram uma meta-análise de 18 estudos, previamente publicados, que somavam uma população de 325.826 pessoas avaliadas. 

A compilação dos dados abrangidos pela meta-análise revelou uma "diminuição de 25% no risco de desenvolver asma após a realização de imunoterapia contra a alergia ao pólen e aos ácaros". 

"Este trabalho é o primeiro e único que demonstra que o uso das vacinas antialérgicas consegue reduzir em 25% o risco de desenvolver asma", disse André Moreira, salientando que a investigação mostra ser possível "mudar a história natural da doença".

A imunoterapia é usada há mais de 100 anos no tratamento da doença alérgica, consistindo na administração de doses controladas de extractos de alergénios "de modo a reeducar o sistema imune no sentido da tolerância". 

Apesar do benefício deste tratamento ser "conhecido", desconhecia-se se o mesmo melhorava a história natural da doença, o que, salientou o investigador, "ficou comprovado". 

"A diminuição global de risco é de 25%, se estivermos a falar de uma criança, a diminuição pode chegar aos 30%", referiu o investigador, salientando que são três os factores preditivos de maior sucesso na redução do risco de desenvolver asma: crianças entre os 5 e 12 anos (oportunidade de reeducar o sistema imune), duração do tratamento (pelo menos três anos) e ser sensível apenas a um alergénio. 

"A doença de um indivíduo que está sensibilizado aos dois alergénios é mais complexa e difícil, além de que não há evidência científica suficientemente forte para que se façam as duas vacinas em simultâneo", notou, dizendo ainda que o uso de vacinas antialérgicas depende sempre dos "marcadores biológicos" e do "tipo de doença" dos indivíduos. 

À Lusa, André Moreira disse ainda que a investigação solidifica a hipótese de uma "solução terapêutica a longo prazo para as alergias e para a asma", potenciando assim a prevenção da doença alérgica. 

"A estratégia é prevenção primária e secundária e não esperar que as coisas aconteçam", disse, salientando que nos países nórdicos a percepção para este problema começou há cerca de 30 anos, no Reino Unido há 20 e que Portugal "está a seguir esse caminho".

"Há muito a fazer e a melhorar, mas estamos a seguir o nosso percurso enquanto país que tem uma velocidade diferente porque a epidemia é diferente consoante o país da Europa e isso está relacionado com a evolução economia e social", afirmou, dizendo que o foco "não é a glorificação da doença, mas a prevenção da saúde".

Intitulada 'Allergen immunotherapy for asthma prevention: A systematic review and meta-analysis of randomized and non-randomized controlled studies', a investigação tem como primeira autora Mariana Farraia, investigadora no Laboratório de Epidemiologia das doenças alérgicas do Laboratório Associado para a Investigação Populacional Translacional e Integrativa (ITR), coordenado pelo ISPUP.

 

Fonte:  Site "noticiasaominuto.com" e autor em 22 de Abril de 2022

Unidades 'livres de covid' e áreas para doentes respiratórios vão ser desactivadas no sábado

Unidades 'livres de covid' e áreas para doentes respiratórios vão ser desactivadas no sábado - 

A DGS justifica a medida com a evolução favorável da situação epidemiológica e elevada protecção da população conferida pela vacinação contra a covid-19

As unidades ou serviços hospitalares ´livres de covid' e as áreas dedicadas a doentes com infecção respiratória (ADR), criadas no âmbito da pandemia, vão ser desactivadas no sábado, segundo uma norma da Direcção-Geral da Saúde (DGS).

A DGS justifica a medida com a evolução favorável da situação epidemiológica e elevada protecção da população conferida pela vacinação contra a covid-19, reduzindo o risco de doença grave, hospitalização e morte por esta doença, mas ressalva que as estruturas podem ser reactivadas “caso se antecipe ou verifique agravamento da situação epidemiológica”.

“No actual contexto epidemiológico e de cobertura vacinal contra a covid-19, urge adaptar o modelo de referenciação e circuitos de doentes com suspeita ou confirmação de infecção por SARS-CoV-2, acompanhando a evolução do conhecimento científico”, refere a DGS na norma “Abordagem das Pessoas com Suspeita ou Confirmação de covid-19”, actualizada e publicada no ‘site’ na quinta-feira.

Segundo a autoridade de saúde, é possível progredir num modelo de resposta mais focado na prevenção da doença grave, garantindo a adequação das medidas de saúde pública em simultâneo com a contínua promoção da prestação de cuidados de saúde em todo o espetro da actividade assistencial do Serviço Nacional de Saúde.

Em concreto, refere a norma da DGS, “cessa a existência de unidades 'covid-19 free’ e o conceito infra-estrutural de Área Dedicada a Doentes com Infecção Respiratória Aguda (ADR), mantendo-se as medidas de prevenção e controlo de infecção, de acordo com as boas práticas definidas pelo Programa de Prevenção e Controlo de Infecções e de Resistência aos Antimicrobianos (PPCIRA)”.

De acordo com a norma, será reforçada “a flexibilidade e pronta resposta” da gestão dos serviços de saúde a nível regional e local, sem descurar a possibilidade da reactivação destas infra-estruturas, refere a norma que produz efeitos às 00h de sábado.

Relativamente à avaliação clínica nos cuidados de saúde primários, a DGS refere que os agrupamentos de centros de saúde (ACES) e as unidades locais de saúde (ULS) devem garantir que a avaliação das pessoas com suspeita ou confirmação de infecção por SARS-CoV-2 ocorre em segurança, com os profissionais de saúde devidamente equipados e a utilização de máscara cirúrgica por todos os utentes.

As unidades de saúde familiar (USF) e unidades de cuidados saúde personalizados (UCSP) devem dispor de testes rápidos de antigénio de uso profissional (TRAg), para o diagnóstico da infecção por SARS-CoV-2 na consulta.

Após avaliação médica, os doentes devem ser encaminhados, de acordo com os critérios clínicos, para isolamento no domicílio, com indicação para autocuidados ou para vigilância clínica remota, devendo para este efeito, ser realizado o registo do doente na plataforma Trace COVID-19 pelas equipas das unidades de saúde.

Os hospitais devem adoptar os mesmos procedimentos de segurança na avaliação do utente suspeito de estar infectado para mitigar a geração de cadeias de transmissão e garantir que o internamento dos doentes com covid-19 ocorre em segurança.

 

Fonte: Site do Jornal "Expresso" e autor em 22 de Abril de 2022.