Covid-19. Açores acompanham fim de uso de máscara nos aviões e farmácias

Covid-19. Açores acompanham fim de uso de máscara nos aviões e farmácias - 

O uso de máscara deixou de ser obrigatório nos transportes aéreos e farmácias dos Açores, segundo uma resolução anunciada hoje pelo Governo Regional, que decidiu "acompanhar" as medidas nacionais de controlo da pandemia da covid-19.

A situação epidemiológica nos Açores permite, agora, acompanhar as medidas decretadas a nível nacional quanto ao fim da obrigatoriedade de utilização de máscaras nos transportes aéreos e nas farmácias", declarou o subsecretário regional da Presidência, Pedro Faria Castro.

O governante apresentou hoje, no Palácio da Conceição, em Ponta Delgada, as deliberações do Conselho do Governo Regional (PSD/CDS-PP/PPM), que esteve reunido na quinta-feira.

O Governo da República aprovou em 25 de Agosto, em Conselho de Ministros, o fim de algumas medidas ainda em vigor, nomeadamente o uso obrigatório de máscaras em farmácias e transportes públicos, tendo a alteração das regras vigentes sido anunciada pela ministra da Saúde, Marta Temido, em conferência de imprensa, no final da reunião.

O fim do uso obrigatório de máscaras em transportes públicos e farmácias comunitárias entrou em vigor no passado sábado, segundo o diploma publicado em 26 de Agosto, que determina que o "decreto-lei entra em vigor no dia seguinte ao da sua publicação".

Face à "nova legislação nacional", o Governo dos Açores decidiu eliminar a obrigatoriedade do uso das máscaras nos aviões e nas farmácias, uma vez que a utilização da máscara já não era obrigatória nos transportes terrestres e marítimos na região.

Segundo Faria e Castro, o Conselho do Governo Regional aprovou uma resolução com "retroactividade à data de entrada em vigor da medida igual tomada a nível nacional".

"Decorrente da avaliação que é feita nos Açores e em linha com aquilo que foi decidido a nível nacional, o Governo [Regional] entendeu que deve conectar com a entrada em vigor da legislação nacional. Como a legislação nacional entrou em vigor no dia 27 de Agosto, daí a retroactividade da decisão", explicou.

Segundo os mais recentes dados disponíveis, desde o início da pandemia, em Março de 2020, foram confirmados nos Açores 119.529 casos de covid-19, 118.651 recuperações e 117 mortes.

Há na região 218.383 pessoas com a vacinação contra a covid-19 completa (92,4%) e 128.589 (54%) com a dose de reforço.

 

Fonte:  Site "noticiasaominuto.com" e autor em 2 de Setembro de 2022

Vacinação contra a gripe e covid-19 arranca no final do mês nas Farmácias

Vacinação contra a gripe e covid-19 arranca no final do mês nas Farmácias.

 

As Farmácias vão ter disponíveis mais de 800 mil vacinas contra a Covid-19 e a gripe. Campanha começa a partir de 28 de setembro.

A vacinação contra a gripe e a covid-19 só vai estar disponível nas Farmácias dentro de “três semanas”. É o que avança à Renascença, a presidente da Associação Nacional de Farmácias, Ema Paulino, no dia em que arranca a campanha de vacinação sazonal no SNS.

A presidente da Associação Nacional de Farmácias adianta que “estarão disponíveis mais de 800 mil doses” nas Farmácias comunitárias que serão de acesso gratuito desde que o utente tenha prescrição médica.

“Há dois contingentes que vão estar disponíveis através das Farmácias comunitárias: o contingente privado acessível através de prescrição médica ou para maiores de 65 anos e o contingente do SNS que será para menores de 65 anos que apresentem prescrição médica especial”, explica Ema Paulino.

Segundo a responsável, qualquer pessoa fora dos grupos elegíveis poderá receber a vacina, mas, neste caso, terá de pagar entre 8 e os 14 euros. “O preço das vacinas com prescrição médica situar-se-á à volta dos 8 euros, sem prescrição médica o valor será de 14 euros”, adianta.

A presidente da Associação Nacional de Farmácias admite que não são previsíveis roturas de "stock," até porque o número de lotes poderá até ser superior ao do ano passado.

“Para este ano não se preveem constrangimentos em relação ao acesso às vacinas, dado que o número de vacinas que está estimado chegar a Portugal pode, inclusivamente, exceder a quantidade do ano passado”, revela. “Portanto, não se prevê rutura de stock”, conclui.

Tal como no ano passado, as Farmácias contam uma grande adesão dos portugueses à vacinação.

“Pensamos que será sensivelmente a mesma afluência” antecipa Ema Paulino. “Portugal tem tido uma taxa de cobertura vacinal bastante positiva e estamos convencidos que, este ano, os portugueses vão novamente reconhecer essa importância e se vão vacinar”, admite a representante das farmácias portuguesas que pede à população que não tenha receio, na hora de serem vacinadas.

“Esta vacina vai permitir cobrir um maior número de estirpes relacionados com o vírus da gripe e, portanto, vai ajudar o sistema imunitário a estar ainda mais bem preparado para as variantes que poderão estar em circulação na época gripal”, explica Ema Paulino. “As pessoas não têm que ter nenhum receio”.

Arrancou este quarta-feira no SNS a campanha sazonal de vacinação contra a covid-19 e a gripe para proteger os grupos mais vulneráveis. Prevê-se que sejam vacinadas cerca de dois milhões de pessoas.

 

Fonte:  Site da "Radio Renascença" e autor em 7 de Setembro de 2022

Venda da pílula do dia seguinte aumenta 30% face a 2021

Venda da pílula do dia seguinte aumenta 30% face a 2021 - 

Vice-presidente da Sociedade Portuguesa de Contracepção explica que aumento de consumo do anticoncepcional de emergência é “sinal de que as pessoas são responsáveis e de que estão a cair as ideias erradas acerca deste tipo de pílula”

A venda da pílula do dia seguinte está a aumentar. De acordo com os dados do Centro de Estudos e Avaliação em Saúde (CEFAR) cedidos ao “Jornal de Notícias” pela Associação Nacional de Farmácias (ANF), até Junho deste ano já foram vendidas mais 30% de pílulas do que no mesmo período do ano passado.

"Com o fim do confinamento, voltaram os festivais, as queimas das fitas, as festas e o convívio entre as pessoas", explicou a vice-presidente da Sociedade Portuguesa de Contracepção e médica no Hospital de S. João, no Porto, Ana Rosa Costa. No total, até Junho de 2022 foram comercializadas 85.810 unidades do anticoncepcional de emergência. No mesmo período de 2021 tinham sido vendidas 65.853. Até ao final deste ano, deverão ser vendidas quase 149 mil pílulas do dia seguinte.

“O uso da contracepção de emergência é sinal de que as pessoas são responsáveis e de que estão a cair as ideias erradas acerca deste tipo de pílula que, contrariamente ao que algumas pessoas dizem, não é abortiva nem é uma bomba hormonal”, disse a médica. Esta pílula “impede ou atrasa a ovulação”, explicou a especialista em contracepção, acrescentando que “no caso de a ovulação ocorrer entre a relação sexual não protegida e a toma da pílula do dia seguinte, a pílula já não vai impedir uma gravidez”.

 

Fonte: Site do Jornal "Expresso" e autor em 2 de Setembro de 2022

Regulador europeu aprova vacinas da Pfizer e da Moderna adaptadas à Ómicron

Regulador europeu aprova vacinas da Pfizer e da Moderna adaptadas à Ómicron - 

Regulador europeu aprovou a utilização das vacinas desenvolvidas pela Pfizer/BioNTech e da Moderna adaptadas à variante Ómicron da Covid-19 para pessoas a partir dos 12 anos.

A Agência Europeia do Medicamento (EMA, na sigla em inglês) deu “luz verde” à administração de doses de reforço das vacinas desenvolvidas pela Pfizer/BioNTech e pela Moderna adaptadas à variante Ómicron da Covid-19, para pessoas a partir dos 12 anos.

“O Comité de Medicamentos para Uso Humano (CHMP) da EMA recomendou a utilização de duas vacinas adaptadas para fornecer uma protecção mais ampla contra a Covid-19″, aponta o regulador europeu, em comunicado divulgado esta quinta-feira, acrescentando que em causa está a vacina da Pfizer/BioNTech adaptada à linhagem B.A.1 da variante Ómicron, bem como a vacina “bivalent Original/Omicron BA.1″ desenvolvida pela Moderna. Ambas as vacinas são recomendadas para “pessoas com idade igual ou superior a 12 anos, que receberam, pelo menos, a vacinação primária” contra a Covid.

Em comunicado, a entidade liderada por Emer Cooke adianta ainda que os estudos demonstraram que estas duas vacinas “podem desencadear fortes respostas imunitárias contra a linhagem B.A.1 da Ómicron”, bem como contra o vírus original “em pessoas previamente vacinadas”. “Em particular, estas vacinas foram mais eficazes em desencadear uma resposta contra a subvariante BA.1 do que as vacinas originais”.

A EMA refere que os efeitos secundários provocados pela administração destas vacinas “foram comparáveis aos observados com as vacinas originais e foram tipicamente leves e de curta duração”. Quanto ao método de administração, o regulador recomenda que as pessoas com idade igual ou superior a 12 anos tomem as vacinas, “pelo menos três meses após a administração da última dose” da vacina contra a Covid.

Perante esta recomendação, o regulador europeu revela que enviou este parecer à Comissão Europeia, que posteriormente, “emitirá uma decisão final juridicamente vinculativa e aplicável em todos os Estados-Membros da UE”. Apesar do parecer do regulador europeu, qualquer vacina para começar a ser administrada em Portugal tem de receber luz verde da Direcção-Geral da Saúde.

Entretanto, também em comunicado, a Comissão Europeia veio congratular-se com esta decisão e anunciou que Bruxelas vai agora avançar com uma “autorização acelerada dessas vacinas para garantir que possam ser lançadas rapidamente em toda a UE”. “Sujeito à avaliação científica da EMA, também esperamos um parecer sobre as vacinas adaptadas contra as linhagens BA.4 e BA.5 da Ómicron nas próximas semanas”, afirmou a comissária europeia para a Saúde, Stella Kyriakides, citada na nota de imprensa, apelando a todos os Estados-membros que “planeiem e lancem as suas campanhas de vacinação, incluindo com as vacinas adaptadas”.

 

Fonte: Site do Jornal "Eco.sapo.pt" e autor em 1 de Setembro de 2022.

Distribuidores entregaram mais de 36 mil medicamentos hospitalares em proximidade

Distribuidores entregaram mais de 36 mil medicamentos hospitalares em proximidade - 

Os Centros Hospitalares Universitários de Lisboa Central (CHULC) e de São João (CHUSJ) entregaram mais de 36 mil medicamentos hospitalares em regime de proximidade, ao abrigo do protocolo celebrado com a Adifa, que permite a dispensa de medicação exclusiva hospitalar em farmácias comunitárias.

De acordo com informação disponibilizada pela Adifa à OF, estas entregas “tiveram como destinatários mais de 12 mil utentes, em diferentes pontos do país, num serviço prestado sob os mais rigorosos requisitos, definidos pelas Boas Práticas de Distribuição, com elevada comodidade e satisfação para as populações abrangidas”.

O regime excepcional de entrega e dispensa de medicamentos hospitalares em proximidade, ao domicílio ou através das farmácias comunitárias, teve início durante a primeira vaga da pandemia de COVID-19, em 2020. Foram “entregues em todo o território nacional”, incluindo mais de “7.000 produtos de cadeia de frio”.

Vários hospitais desenvolveram procedimentos para evitar as deslocações dos seus utentes para levantamento da medicação. A OF e a Ordem dos Médicos apoiaram a implementação da “Operação Luz Verde”, no âmbito da qual se destacam: 100 mil dispensas e 17 mil utentes em mais de 2.400 farmácias comunitárias.

“Os estudos desenvolvidos para avaliação dos resultados desta iniciativa evidenciaram um elevado grau de satisfação dos utentes com o procedimento adoptado, mas também uma melhoria dos níveis de adesão à terapêutica e o desejo da sua manutenção no período pós-pandemia”, afirma a OF no seu site.

A Ordem reforça ainda que o seu bastonário, Helder Mota Filipe, tem insistido desde o início de mandato “com o Ministério da Saúde para a concretização de uma solução definitiva e robusta que garanta a entrega de medicamentos de dispensa exclusiva nos locais de preferência dos seus destinatários – ao domicílio, nas farmácias de proximidade, lares ou centros de saúde”.

A OF recorda que o modelo “contribui para aliviar a carga sobre os serviços de saúde e sobre as farmácias hospitalares, em particular, garantindo a segurança e qualidade na dispensa de medicamentos à população, em especial junto de doentes crónicos estáveis, com terapêutica estabelecida”.

 

Fonte: Site de "Netfarma.pt" e autor em 1 de Setembro de 2022

Hovione e Zerion Pharma intensificam utilização de Dispersome na nutracêutica

Hovione e Zerion Pharma intensificam utilização de Dispersome na nutracêutica - 

A Hovione, multinacional no uso da tecnologia de spray drying e em engenharia de partículas, anuncia a sua entrada na área de suplementos alimentares/ nutracêuticos através da extensão da sua parceira com a Zerion Pharma no âmbito da tecnologia Dispersome.

Esta tecnologia “aumenta a solubilidade de compostos poucos solúveis em água através da utilização de um excipiente de origem natural, o que facilita a absorção maior e mais rápida dos mesmos”, explica a Hovione em comunicado. A entidade garante que “muitos suplementos alimentares sofrem de baixa solubilidade, o que resulta em baixa biodisponibilidade e, consequentemente, limita o efeito fisiológico do suplemento”.

O primeiro produto candidato seleccionado para ser desenvolvido em conjunto “é um antioxidante com múltiplos benefícios para a saúde e conhecido pela sua solubilidade e biodisponibilidade extremamente baixas. Ao aplicar a tecnologia Dispersome foi possível demonstrar melhorias significativas na solubilidade deste antioxidante”.

No âmbito desta colaboração, “serão desenvolvidas formulações comerciais do antioxidante utilizando a plataforma Dispersome e estes produtos serão disponibilizados para distribuição por parte de parceiros em todo o mundo. Além dos projectos de desenvolvimento conjunto, a Zerion concedeu à Hovione uma licença exclusiva para explorar a tecnologia Dispersome para outros suplementos alimentares/nutracêuticos. Serão pagas à Zerion as respectivas taxas de licença e royalties sobre as vendas dos produtos licenciados”, explica a multinacional.

“A baixa solubilidade oral de alguns nutracêuticos que promovem a saúde é um desafio bem conhecido. O problema é agravado pelo fato de que algumas das soluções usadas na indústria farmacêutica não podem ser usadas em alimentos” refere Jean-Luc Herbeaux, CEO da Hovione.

“Estou extremamente satisfeito com esta extensão da nossa colaboração com a Hovione”, sublinha Ole Wiborg, CEO da Zerion: “A tecnologia Dispersome é muito adequada para uso em suplementos alimentares/nutracêuticos porque emprega BLG como seu componente de solubilidade. O BLG é um produto natural sustentável e por si só um produto nutricional benéfico que nos é fornecido em alta qualidade pela Arla Food Ingredients”.

Em Fevereiro de 2022, a Zerion Pharma e a Hovione anunciaram uma parceria destinada a comercializar a tecnologia Dispersome na área de desenvolvimento e produção de medicamentos.

 

Fonte: Site de "Netfarma.pt" e autor em 31 de Agosto de 2022