Covid-19: Amgen Portugal e Fundação Amgen apoiam de forma activa o combate ao vírus

Covid-19: Amgen Portugal e Fundação Amgen apoiam de forma activa o combate ao vírus - 

A Amgen, através da Amgen Foundation, juntou-se ao movimento da Cruz Vermelha Portuguesa, ao fazer um donativo de 27 mil euros, para apoiar no combate à Covid-19.

O fundo angariado será usado pela Cruz Vermelha Portuguesa para adquirir alimentos, equipamento de protecção individual, cobertores para o transporte de doentes, camas de campanha, ventiladores, monitores desfibrilhadores para transporte de doentes críticos, zaragatoas, entre outros.

Para além disso, o mesmo fundo da Amgen Foundation está a ser utilizado para responder a vários pedidos de Donativos ao nível nacional, não só relacionados com o apoio a instituições de saúde, mas também outras entidades sem fins lucrativos, que estão a viver grandes dificuldades financeiras devido à crise provocada pela COVID-19.

Tiago Amieiro, director-geral da Amgen Portugal refere que, “Na Amgen soubemos desde o início a importância de contribuir para a nossa comunidade através do apoio à área da saúde para combater a COVID-19 e à assistência às comunidades mais afectadas por esta pandemia. Temos esperança que através dos contributos quer da Amgen Foundation, quer da Amgen em Portugal, ajudemos quem está na linha da frente ou quem está mais vulnerável e necessita de maior ajuda devido a esta pandemia, como é o caso, por exemplo, dos profissionais de saúde e dos idosos em lares.”

Em Portugal, a Amgen tem desenvolvido várias acções locais na luta contra a pandemia, como é o caso de autorizar e incentivar a que os trabalhadores, por iniciativa própria, despendam uma parte do seu horário de teletrabalho em acções de voluntariado nas comunidades em que estão inseridos, sem redução da sua remuneração mensal.

 

Fonte: Site da "saudeonline.pt"  e autor em 6 de Maio de 2020

Covid-19: Novartis faz doação de hidroxicloroquina

Covid-19: Novartis faz doação de hidroxicloroquina - 

A Novartis, informou através de comunicado, a doação de 50 milhões de doses de hidroxicloroquina, medicamento produzido pela Sandoz, divisão do Grupo, para ajudar na luta contra a covid-19 em Portugal.

A Sandoz entretanto já articulou junto do Instituto Nacional da Farmácia e do Medicamento, I.P. (Infarmed) como proceder à autorização regulamentar necessária de forma a disponibilizar o medicamento no nosso país.

Esta doação enquadra-se no compromisso da empresa em doar até 130 milhões de comprimidos de hidroxicloroquina, onde se inclui o seu actual stock de 50 milhões de doses, para apoiar a resposta global à covid-19.

Em Portugal, a Novartis já doou 350 mil euros para o combate à covid-19: 215 mil euros à plataforma “Todos por quem cuida”, uma acção conjunta da Ordem dos Médicos e da Ordem dos Farmacêuticos com o apoio da Apifarma (Associação Portuguesa da Indústria Farmacêutica) e 135 mil euros ao “Movimento tech4COVID” para compra de 100 mil máscaras para profissionais de saúde.

A hidroxicloroquina despertou interesse na comunidade médica após ter demonstrou actividade antiviral contra a SARS-CoV-2 em testes laboratoriais.

 

Fonte: Site da "Netfarma.pt"  e autor em 6 de Maio de 2020

Ministério da Saúde renova despacho para dispensa de medicamentos hospitalares

Ministério da Saúde renova despacho para dispensa de medicamentos hospitalares - 

O Ministério da Saúde informou que vai renovar o Despacho n.º 4270-C/2020, de 7 de Abril, que autoriza o fornecimento de medicamentos dispensados nas farmácias hospitalares em regime de ambulatório através das farmácias comunitárias ou da entrega ao domicílio, “enquanto a situação epidemiológica do país assim o justifique”.

O diploma recorda que o transporte dos medicamentos pode ser efectuado pelo próprio estabelecimento hospitalar, por distribuidores por grosso de medicamentos de uso humano devidamente autorizados para o efeito ou por farmácias comunitárias, de acordo com as Boas Práticas de Distribuição de Medicamentos de Uso Humano.

As farmácias comunitárias envolvidas estão dispensadas de efectuar o registo de dispensa de medicamentos ao domicílio junto do Infarmed. E os Serviços Farmacêuticos Hospitalares podem continuar a assegurar um serviço de proximidade, garantindo a continuidade do fornecimento dos medicamentos, evitando as suas deslocações aos hospitais e, consequentemente, minimizando o risco da exposição dos utentes que deles necessitam.

Lembrar que a este serviço, denominado por “Operação Luz Verde”, assegura uma resposta articulada de médicos e unidades hospitalares com os operadores do circuito do medicamento (indústria, distribuidores e farmácias) para garantir a entrega destes medicamentos.

A dispensa da medicação é articulada pela Linha de Apoio ao Farmacêutico (LAF) e é efectuada pela farmácia escolhida pelos doentes. As farmácias comunitárias asseguram sempre o serviço de entrega ao domicílio, a título individual ou em articulação com os municípios, juntas de freguesia e outras entidades do sector social.

Desde 23 de Março, foram envolvidos 33 hospitais, 2.033 farmácias comunitárias e nove associações de doentes, para um total de 3.720 notificações de dispensas. Registaram-se 9.449 processos: 5.400 no Centro Hospitalar de Lisboa Central e 3.093 no Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra.

 

Fonte: Site da "Netfarma.pt"  e autor em 5 de Maio de 2020

Angariação de fundos para investigação quase atinge objectivo em três horas

Angariação de fundos para investigação quase atinge objectivo em três horas - 

Logo 2 horas depois do arranque do evento ‘online’ já tinham sido conseguidos 5,4 mil milhões em compromissos de doações, o que já incluía a contribuição portuguesa (pública e privada) de 10 milhões.

A campanha global de angariação de fundos lançada esta segunda-feira pela Comissão Europeia, que se propunha a recolher 7,5 mil milhões de euros para investigação de tratamentos para a covid-19, já “quase” atingiu este objectivo em promessas de contribuições.

“A Comissão registou hoje 7,4 mil milhões de euros, equivalentes a 8 mil milhões de dólares, em promessas de doadores de todo o mundo durante o evento de promessas de contribuições”, anunciou o executivo comunitário à imprensa, dando conta dos resultados alcançados neste dia da videoconferência de dadores, três horas depois do seu início.

De acordo com Bruxelas, este valor “quase atinge o objectivo inicial de 7,5 mil milhões de euros e constitui um sólido ponto de partida para a maratona mundial de promessas de doação”, hoje iniciada. O objectivo final é “reunir um financiamento significativo para assegurar o desenvolvimento em cooperação e a disponibilização universal de diagnósticos, tratamentos e vacinas contra os coronavírus”, recorda a Comissão Europeia.

Esta verba dos 7,4 mil milhões de euros foi atingida cerca de três horas depois do inicio da videoconferência de dadores, que arrancou pelas 15:00 de Bruxelas (14:00 em Lisboa), segundo os dados divulgados pelo executivo comunitário no portal da Internet criado para publicar as promessas de contribuições.

O mundo mostrou hoje uma unidade extraordinária para o bem comum. Governos e organizações mundiais de saúde uniram forças contra o novo coronavírus e, com este empenho, estamos no bom caminho para desenvolver, produzir e criar uma vacina para todos”, comentou a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, em comunicado.

Logo duas horas depois do arranque do evento ‘online’ já tinham sido conseguidos 5,4 mil milhões em compromissos de doações, o que já incluía a contribuição portuguesa (pública e privada), de 10 milhões de euros, anunciada esta manhã pelo primeiro-ministro, António Costa.

Numa iniciativa marcada pela ausência dos Estados Unidos, além dos contributos da generalidade dos países europeus, registam-se doações do Canadá (551 milhões de euros), Japão (762 milhões), Arábia Saudita (457 milhões) e Austrália (200 milhões), entre outros. A China, país onde começou a pandemia, doou 45 milhões de euros.

Entre os Estados-membros da UE, destacam-se os contributos da Alemanha (525 milhões) e França (510 milhões), e entre os países que não fazem parte da União, os de Reino Unido (441 milhões) e Noruega (188 milhões). A Comissão Europeia anunciou, por seu lado, uma contribuição de mil milhões de euros.

Esta ‘maratona’ mundial de angariação de fundos surge após a Organização Mundial da Saúde (OMS) e outras organizações mundiais que operam no setor da saúde terem lançado um apelo conjunto à mobilização para desenvolver um acesso rápido e equitativo a instrumentos de diagnóstico, terapias e vacinas contra o novo coronavírus que sejam seguros, de qualidade, eficazes e a preços acessíveis.

Países, organizações e empresas de todo o mundo são, então, convidados a participar nesta campanha, organizada pela Comissão Europeia e pelos seus parceiros. A nível global, a pandemia de covid-19 já provocou mais de 247 mil mortos e infetou mais de 3,5 milhões de pessoas em 195 países e territórios. Mais de um milhão de doentes foram considerados curados.

 

Fonte: Site do Jornal "Eco.sapo.pt"  e autor em 5 de Maio de 2020

Covid-19. Pela sua vida tenha estes oito medicamentos e objectos em casa

Covid-19. Pela sua vida tenha estes oito medicamentos e objectos em casa - 

Durante a pandemia da Covid-19 que se propaga cada vez mais pelo planeta é importante estar o mais preparado possível, sobretudo quando o assunto é saúde. Caso a farmácia da sua rua ou local de residência esteja com falta de medicamentos e não consiga encomendar online, armazenar determinados fármacos em casa pode ser uma forma viável de não entrar em pânico e de garantir que tem tudo aquilo que poderá precisar.

Como diz o ditado "mais vale prevenir do que remediar", e como tal mais vale se possível estar preparado para tratar possíveis sintomas ligeiros de Covid-19 em casa. Para isso é crucial que armazene alguns medicamentos e utensílios na sua caixa ou armário de primeiros socorros.

Eis, segundo a publicação especializada Medical Daily, os medicamentos e aparelhos que não podem faltar na sua casa nestes tempos incertos de pandemia:

Termómetros

Febre é um dos principais sintomas da Covid-19 e ter um termómetro em casa com pilhas pode ajudar a detectar se a sua temperatura está acima dos 37 ou 38ºC.

Paracetamol

O paracetamol alivia sintomas como febre, calafrios ou dor. Os farmacêuticos aconselham que não tome mais de três mil miligramas por dia, porque quando ingerido em quantidades elevadas pode gerar danos no fígado.

Eletrólitos para a diarreia

A diarreia é outro sintoma de infecção pelo novo coronavírus, contudo e de acordo com os médicos tratá-la pode ser contraproducente. Isto porque a diarreia pode ajudar a expelir a infecção do organismo. Ainda assim o incómodo gastrointestinal pode provocar desidratação severa e por isso os especialistas aconselham a toma de electrólitos, de modo a repor os líquidos necessários para o óptimo funcionamento do organismo.

Medicação para a garganta inflamada

Mantenha pastilhas para a tosse e xarope na sua mini farmácia caseira.

Fármacos prescritos pelo médico

Se toma medicação para tratar condições como hipertensão, diabetes, depressão ou doença renal garanta que tem em casa quantidades extra.

Suplementos à base de vitamina D

Várias pesquisas indicam que o défice de vitamina D está associado a um maior risco de contrair infecções respiratórias, o que por sua vez também acaba por exacerbar os sintomas quando estes se manifestam. 

Oxímetros de pulso

Casos severos de Covid-19 resultam em condições respiratórias igualmente graves e os pacientes tendem a necessitar de receber oxigénio para que consigam respirar. O oxímetro é um objecto portátil usado para verificar os níveis de oxigénio na corrente sanguínea. Se a leitura estiver abaixo dos 90, muita atenção - esse valor não recai no índice considerado normal. 

Kit de primeiros socorros

Inclua neste kit essenciais como anti-sépticos, pensos, ligaduras e desinfectantes.

 

Fonte:  Site "noticiasaominuto.com" e autor em 5 de Maio de 2020.

Covid-19: Investigadores estudam forma de prever evolução da infecção

Covid-19: Investigadores estudam forma de prever evolução da infecção - 

Investigadores da Faculdade de Medicina do Porto (FMUP) estão a estudar a implementação de uma ferramenta “baseada em medicina personalizada, rápida e de baixo custo”, anunciou hoje a FMUP.

A ideia é “estratificar melhor os doentes, antecipando a sua evolução clínica”, esclarece João Tiago Guimarães, que lidera este projecto.

“Isto tem impacto para a saúde pública na medida em que, ao classificar melhor os doentes, podemos definir estratégias terapêuticas mais adequadas. Cada pessoa poderá beneficiar de uma abordagem mais personalizada e ajustada às suas necessidades clínicas”, afirma o médico e investigador.

Tiago Guimarães refere que “a ferramenta será construída na plataforma iLoF (intelligent Lab on Fiber) – uma solução validada, totalmente operacional, baseada em algoritmos fotónicos e inteligência artificial, que permite a detecção e identificação de bio-nanoestruturas em dispersões líquidas (por exemplo, no plasma sanguíneo) para medicina personalizada e de precisão”.

A plataforma iLoF, uma tecnologia patenteada desenvolvida pela ‘spin-off’ de mesmo nome e actualmente incubada no FMUP, permite “registar e analisar a impressão digital óptica resultante da interacção do feixe de luz com determinadas bio-nanoestruturas, como as que se encontram especificamente desreguladas no plasma devido à resposta inflamatória ao SARS-CoV-2”.

É com base nesta informação que os investigadores pretendem estratificar melhor os doentes.

Além da FMUP, integram este estudo o Centro Hospitalar Universitário de São João (CHUSJ), o INESC TEC e a ‘spin-off’ iLoF.

O projecto, intitulado “CAIRUS – COVID-19 Artificial Intelligence-based Risk Unified Stratification tool for clinical management”, recebeu um financiamento de cerca de 30 mil euros, no âmbito da RESEARCH4COVID19, um programa de apoio especial para implementação rápida de soluções inovadoras de resposta à pandemia de covid-19, financiado pela Fundação para a Ciência e a Tecnologia (FCT).

 

Fonte: Site da "saudeonline.pt"  e autor em 5 de Maio de 2020