GSK assina acordo com Comissão Europeia para apoiar a resposta a futuras pandemias na Europa

GSK assina acordo com Comissão Europeia para apoiar a resposta a futuras pandemias na Europa - 

A GSK assinou um contracto-quadro com a Autoridade para a Preparação e Resposta a Emergências Sanitárias (HERA), da Comissão Europeia (CE), com vista à “reserva de produção e fornecimento futuro de 85 milhões de doses da sua vacina contra a gripe pandémica”.

Em comunicado, a multinacional biofarmacêutica explica que o fornecimento de vacinas chegará a 12 estados-membros, preparando uma resposta a futuras gripes pandémicas, “na sequência de contractos com os EUA, OMS e Canadá”. “Impossíveis de prever”, as gripes pandémicas “podem ser ligeiras ou causar doença grave e morte”.

“Estamos muito entusiasmados com o facto da HERA ter escolhido a GSK como parceiro principal na preparação para uma gripe pandémica. Todos vimos as consequências humanas, económicas e sociais devastadoras de uma pandemia e o importante papel que as vacinas estão a desempenhar para nos ajudar a regressar à vida normal. Através deste acordo, podemos ajudar a UE e os países europeus, bem como outras regiões, a estarem melhor preparados para futuras pandemias”, defende Roger Connor, President Vaccines & Global Health da GSK.

Este configura “um dos primeiros contractos assinados pela HERA desde a sua criação, em Setembro de 2021”, continua a GSK, que destaca que esta organização procura “prevenir, detectar e responder rapidamente a emergências de saúde, através de um trabalho conjunto com outras agências de saúde comunitárias e nacionais, indústria e parceiros internacionais, para melhorar a prontidão da Europa na resposta a emergências de saúde”.

Aliado a outros “contractos garantidos pela GSK este ano”, contabilizam-se, pelo menos, 200 milhões de doses da sua vacina contra a gripe pandémica a governos de todo o mundo.

 

Fonte: Site de "Netfarma.pt" e autor em 3 de Agosto de 2022

Bruxelas assina contracto para UE ter até 250 milhões de vacinas da Hipra

Bruxelas assina contracto para UE ter até 250 milhões de vacinas da Hipra - 

A Comissão Europeia assinou hoje um contracto com a farmacêutica espanhola Hipra para o rápido fornecimento à União Europeia (UE), no Outono, até 250 milhões de doses de vacinas anticovid-19, quando este fármaco tiver aval do regulador comunitário.

Em comunicado, o executivo comunitário informa que a Autoridade de Preparação e Resposta a Emergências Sanitárias (HERA) da Comissão Europeia "assinou um contracto-quadro de contratação pública conjunta com a empresa Hipra para o fornecimento de uma vacina à base de proteína contra a covid-19".

Bruxelas refere, sem especificar, que 14 Estados-membros e países parceiros participam nesta contratação pública conjunta, "ao abrigo da qual podem adquirir até 250 milhões de doses" de vacinas.

"Uma vez que o número de casos está novamente a aumentar na Europa, este acordo disponibilizará rapidamente a vacina Hipra aos países participantes, logo que esta tenha sido objecto de uma avaliação positiva pela Agência Europeia de Medicamentos [EMA]", que já aprovou ensaios clínicos, adianta a instituição.

Num comunicado divulgado em Março passado, o regulador da UE indicou que o seu comité de medicamentos humanos iniciou uma análise contínua da vacina anticovid-19 da Hipra, que se trata de um reforço para adultos (maiores de 16 anos) que já foram totalmente vacinados com um outro fármaco.

A EMA justificou que a decisão de iniciar esta revisão contínua se baseou "em resultados preliminares de estudos laboratoriais - dados não clínicos - e estudos clínicos em adultos", que "compararam a resposta imunológica à vacina - medida pelo nível de anticorpos contra o SARS-CoV-2 - com a verificada com a vacina contra o mRNA Comirnaty" e que a demonstraram como "eficaz", incluindo face a variantes de preocupação como a Ómicron.

Este novo contracto complementa uma vasta carteira de vacinas da UE, da qual fazem parte os contractos já assinados com as empresas AstraZeneca, Sanofi-GSK, Janssen, BioNtech/Pfizer, Moderna, Novavax e Valneva.

Ao todo, de acordo com dados de Bruxelas, foram asseguradas cerca de 4,2 mil milhões de doses ao abrigo da estratégia da UE em matéria de vacinas.

"Esta carteira diversificada de vacinas fará com que a Europa continue a estar bem preparada para a vacinação contra a covid-19", adianta o executivo comunitário, lembrando que "os países participantes poderão doar vacinas a países com rendimentos baixos e médios ou redireccioná-las para outros países europeus".

A vacina da Hipra é armazenada a uma temperatura de refrigeração entre dois a oito graus centígrados, facilitando o armazenamento e a distribuição na Europa e a nível mundial.

 

Fonte:  Site "noticiasaominuto.com" e autor em 2 de Agosto de 2022

Farmacêuticos querem entregar os medicamentos onde estão os doentes, em casa ou nos lares

Farmacêuticos querem entregar os medicamentos onde estão os doentes, em casa ou nos lares - 

O projecto de dispensa de medicamentos hospitalares nos locais onde estão os utentes tem a assinatura da Ordem dos Farmacêuticos, da Ordem dos Médicos e de associações de doentes. Todos concordam que a proximidade não pode parar nas farmácias. A experiência com a pandemia demonstrou isto mesmo, que mais proximidade traz mais satisfação aos utentes e poupança ao sistema. O projecto foi apresentado à tutela em 2021, mas ainda não há respostas.

Quem já não vivenciou uma situação de saúde que o leve a pensar: "Vou à farmácia ver o que é", mesmo antes de pensar no seu médico ou numa ida às urgências. Ou então, perdido no meio de tantos medicamentos em casa, questionar: "Para que serve este? E aquele? Vou à farmácia saber". Os exemplos são muitos, mas a verdade é que todas estas situações colocam o farmacêutico comunitário como o primeiro contacto no que toca à saúde dos utentes e como uma porta de entrada para o Serviço Nacional de Saúde (SNS). E é exactamente esta proximidade que a classe pretende ampliar e reforçar no futuro. "É fundamental que a proximidade dos serviços não pare na farmácia. É preciso ir até onde está o utente que precisa de medicamentos, quer seja em casa, quando está acamado ou não pode sair, quer seja no lar ou numa unidade de cuidados continuados", explicou ao DN o bastonário dos farmacêuticos, Helder Mota Filipe. E o argumento com que justifica a tarefa é tão-só o de "melhorar os serviços e evitar idas desnecessárias aos centros de saúde ou aos hospitais única e exclusivamente para aceder a receitas e a medicação, e, ao mesmo tempo, poupar custos ao sistema".

Mas não só. O objectivo é também que os farmacêuticos possam exercer em pleno as várias tarefas para as quais são formados, como "renovação da prescrição", "revisão da terapêutica", ajudando na gestão dos medicamentos quer na farmácia domiciliária ou na dos lares, de forma a evitar desperdícios ou usos inadequados", e "promover a literacia em saúde".

Os farmacêuticos já apresentaram à tutela um projecto sobre a dispensa de medicamentos hospitalares em contexto de proximidade, onde definem o que querem e o que podem fazer para apoiar o SNS, em Abril do ano passado, mas até agora não obtiveram respostas.

Segundo explicou ao DN o bastonário, o projecto foi discutido com outros parceiros, Ordem dos Médicos e associações de doentes crónicos, que já deram o seu acordo. O que falta mesmo "é uma estratégia nacional que permita aos farmacêuticos desenvolver as suas funções à medida que a profissão também evoluiu". E isto "a bem do doente que está acamado, que não se pode movimentar ou que tem demência, como de alguns serviços do SNS, cuidados primários e hospitalares, que podem ser aliviados em algumas tarefas que hoje lhes causam muita pressão", sublinhou.

Doentes poupam, em média, 200 euros com fármacos dispensados na farmácia

Helder Mota Filipe dá como exemplo o modelo que teve de ser accionado durante a pandemia para que os utentes não fossem aos hospitais e tivessem acesso aos medicamentos. Na altura, "as Ordens dos Farmacêuticos e dos Médicos, os serviços farmacêuticos hospitalares, a rede de farmácias comunitárias, a distribuição, a indústria farmacêutica e as associações das pessoas que vivem com doença uniram-se todos num projecto, que garantiu que 12 mil utentes não tivessem de ir aos serviços de saúde e fazer cerca de um milhão e meio de quilómetros para conseguirem aceder aos seus medicamentos.

O projecto esteve em prática em todo o território nacional, foi gratuito e articulado pela Linha de Apoio ao Farmacêutico (LAF). As entregas foram efectuadas pelas farmácias escolhidas pelos utentes, que asseguravam sempre a entrega ao domicílio, a título individual ou em articulação com os municípios, juntas de freguesia e outras entidades do sector social. Este projecto assegurou a continuidade da terapêutica dos doentes oncológicos, com VIH/sida ou esclerose múltipla, entre outras patologias com assistência no ambulatório hospitalar". Portanto, como sublinha o bastonário, há condições para se avançar com um projecto que nos permita estar ainda mais próximo dos utentes".

Aliás, se a prática não bastasse, o bastonário argumenta a necessidade de um projecto deste tipo com os resultados de estudos feitos que avaliaram a dispensa de medicamentos hospitalares no contexto de proximidade e o impacto real que a medida teve com a pandemia de covid-19. Um destes estudos visou precisamente medir o valor gerado pela intervenção da farmácia comunitária na dispensa de medicamentos que antes só o eram em hospitais. "Foram recrutados 603 indivíduos e entrevistados 562, 49,5% do sexo feminino e 50,5% do sexo masculino, com uma média de idades de 55 anos", referiu ao DN.

A nível de resultados, estes demonstraram que a conta poupança anual destes utentes foi da ordem de 262,1 euros por pessoa, uma poupança que decorreu da redução das despesas de viagem e da redução do absentismo ao emprego. Os medicamentos mais dispensados foram antirretrovirais (25,6%) e terapêutica oncológica (19,9%) e os "inquiridos revelaram um nível de satisfação elevado com o serviço das farmácias comunitárias, em comparação com as farmácias hospitalares, em cada categoria avaliada: horário de funcionamento, tempo de espera, privacidade, disponibilidade de o farmacêutico e a experiência geral do serviço. O mesmo estudo também revela que, num cenário pós-pandemia, 91% escolheriam manter este serviço fornecido pela farmácia comunitária no âmbito de um programa de entrega de medicamentos de proximidade.

Projecto-piloto em Lisboa com doentes com VIH/sida demonstrou bons resultados

Na proposta entregue no ano passado à tutela, os farmacêuticos assumem estar disponíveis e preparados para fazer a dispensa de determinados medicamentos hospitalares em farmácia comunitária. A intenção não é substituir ninguém, mas melhorar o acesso dos utentes à medicação através da rede de três mil postos distribuídos por todo o país, cada um com, pelo menos, quatro farmacêuticos, o que garante o controlo e o acompanhamento terapêutico do utente.

Para o bastonário, o projecto que querem implementar no futuro até já tem um exemplo com bom resultado, que é a dispensa de medicamentos para o VIH/sida nas farmácias comunitárias, aplicável aos utentes do Centro Hospitalar de Lisboa Central.

"O projecto incluiu doentes infectados com o vírus da imunodeficiência humana (VIH) seguidos no Hospital Curry Cabral, do Centro Hospitalar Lisboa Central, tendo sido divididos em dois braços: o braço de farmácia hospitalar, onde os participantes levantavam a medicação nos Serviços Farmacêuticos do Hospitalar Curry Cabral, e o braço de farmácia comunitária, onde os participantes levantavam a medicação numa farmácia comunitária à sua escolha, dentro das aderentes ao projecto (que tinham pelo menos um farmacêutico formado para a dispensa de medicação antirretrovírica)", especificou ao DN.

Por outro lado, "cada participante teve um seguimento retrospectivo de 12 meses após o primeiro levantamento em farmácia comunitária e foram ainda monitorizados os levantamentos da terapêutica, as consultas no Hospital Curry Cabral, bem como a carga viral", referiu. Os resultados confirmaram ainda que "os doentes que levantavam medicação na farmácia comunitária demoravam menos tempo em deslocações e estavam menos tempo à espera de atendimento, o que aumentou a satisfação em relação ao serviço e à privacidade".

Segundo explicaram ao DN, no ano passado um Grupo de Trabalho para a Dispensa de Proximidade de Medicamentos, liderado pelo INFARMED, elaborou mesmo um relatório onde prevê "uma lista de medicamentos passíveis de transferência da farmácia hospitalar para a farmácia comunitária e ainda os modelos de dispensa em proximidade para os medicamentos que, pela sua particularidade, continuaram a ser de regime exclusivo hospitalar", mas em que "o modelo de dispensa em proximidade prevê a entrega de medicamentos em hospitais, unidades de cuidados de saúde primários, farmácias comunitárias e ao domicílio". Só que a Ordem dos Farmacêuticos "opõe-se à dispensa em proximidade através das ARS e ULS nos cuidados de saúde primários, por considerar que não existe acompanhamento farmacêutico integral e contínuo, como acontece nos serviços hospitalares e nas farmácias comunitárias, que garantem a segurança dos cidadãos".

No fundo, e como sublinhou o bastonário, o objectivo da classe é simples e tem por base cinco aspectos fulcrais para o utente e para o sistema: aumentar a acessibilidade do doente ao medicamento; promover a saúde, segurança e comodidade do doente do seu cuidador; promover a adesão à terapêutica, contribuindo para a efectividade do tratamento e minimizando as consequências clínicas associadas à não adesão para o doente e para o sistema de saúde", acrescentando-se a estes outros aspectos, como "o combate ao desperdício de medicamentos, o que contribui para a sustentabilidade económica do sistema"; "o colocar o doente no centro do processo, apoiando-o e respeitando a sua decisão no que compete à gestão da sua terapêutica e garantindo a confidencialidade dos seus dados", e a "garantia da existência de um sistema de prevenção de fraude, seguindo os princípios já previstos no circuito da prescrição e dispensa de medicamentos".

Para Helder Mota Filipe, "do ponto de vista legal, já é possível que os farmacêuticos possam ir a casa dos doentes, aos lares ou onde estes estejam e até gerir a medicação individualizada diária, mas o importante é que se criem condições para que este serviço possa ser desenvolvido de forma estruturada e em comunicação com os outros prestadores de saúde".

 

Fonte: Site do Jornal "Diário de Notícias" e autor em 2 de Agosto de 2022.

Dia Mundial do Cancro do Pulmão

Dia Mundial do Cancro do Pulmão - 

OMS alerta para a importância do diagnóstico e tratamento precoces

O Dia Mundial do Cancro de Pulmão assinala-se anualmente a 1 de Agosto e tem como objectivo a consciencialização e apoio às pessoas com cancro do pulmão.

Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), este é um dos tipos de cancro mais frequentes e com maior taxa de mortalidade no mundo, pelo que a precocidade do seu diagnóstico é de extrema importância.

Sendo o tabagismo a principal causa de aparecimento da doença, para combater esta doença é necessário diminuir o número de pessoas que fumam e implementar o diagnóstico e tratamento precoces.

 

Fonte:  Site "sns.gov.pt" e autor em 1 de Agosto de 2022

Governo altera regime de acesso aos medicamentos da hepatite C

Governo altera regime de acesso aos medicamentos da hepatite C - 

O Governo alterou a portaria que define o regime especial de comparticipação de medicamentos para tratamento da hepatite C, revelou hoje o secretário de Estado da Saúde, que realçou a agilização do acesso aos fármacos para os cidadãos.

Existe trabalho bem feito, mas há também um caminho a percorrer e é ciente desse caminho que hoje trago uma resposta para uma necessidade já identificada. Estou a falar do facto de o Governo ter procedido durante esta semana à alteração da portaria 158/2014, que revê o regime especial de comparticipação de medicamentos destinados ao tratamento da hepatite C", disse António Lacerda Sales.

No discurso proferido na apresentação do Relatório do Programa Nacional das Hepatites Virais, da Direcção-Geral da Saúde, nos Paços do Concelho, em Lisboa, o governante assinalou a "desburocratização do portal da hepatite C, de forma a facilitar a sua utilização", reforçando que as mudanças vão permitir um "acesso mais ágil" aos fármacos para tratar esta patologia e uma maior qualidade de vida para a população.

"Estamos a garantir também a prossecução de uma missão maior que é a erradicação das hepatites até 2030, o que, naturalmente, exige uma acção concertada e multidisciplinar entre diversos sectores intervenientes, nomeadamente, Governo, profissionais de saúde, investigadores, organizações da sociedade civil e comunidades de pessoas que vivem com hepatite", acrescentou.

Lacerda Sales explicou depois aos jornalistas que o acesso ao tratamento será mais simples e disponibilizado de imediato: "Mal o médico faz a prescrição, [o doente] pode dirigir-se à farmácia hospitalar e pode levantar o medicamento. Isso leva a que este processo seja, de facto, muito mais ágil, que [os doentes] não estejam dias à espera para poder iniciar o tratamento e que este possa ser iniciado subsequentemente à prescrição do médico".

Fonte do Ministério da Saúde adiantou à Lusa que a alteração da referida portaria deve ser publicada em Diário da República durante a próxima semana.

A alteração anunciada ao regime especial de comparticipação de medicamentos para tratamento da hepatite C coincide com o alerta feito pelo presidente da Sociedade Portuguesa de Gastrenterologia. Em declarações à Lusa na quarta-feira, Guilherme Macedo apontou que o processo ainda é muito burocrático e precisa de ser facilitado, com o acesso à medicação a ser contemplado logo nas consultas.

"Há uma assimetria muito grande no país (...) que está muito dependente de uma complexidade burocrática que não faz qualquer sentido", referiu, continuando: "É completamente anacrónico e até um bocadinho ridículo que, ao fim destes anos todos, em que temos os melhores argumentos para tratar, toda a experiência e toda a capacidade instalada no país para poder tratar estes doentes, (...) isto ainda não se consiga fazer".

 

Fonte:  Site "noticiasaominuto.com" e autor em 28 de Julho de 2022

Lucro da Sanofi sobe 23% para 4.594 milhões no primeiro semestre

Lucro da Sanofi sobe 23% para 4.594 milhões no primeiro semestre - 

A farmacêutica francesa Sanofi revelou hoje que teve um lucro de 4.594 milhões de euros no primeiro semestre deste ano, mais 22,6% face a igual período do ano anterior.

A facturação no período em análise teve um aumento homólogo de 14,2% para 19.790 milhões, devido ao bom desempenho das actividades de medicina especializada, que registaram um acréscimo de 19,8%, impulsionadas pelo Dupixent, medicamento para dermatite, que aumentou as vendas em 44,4%, assinalou a multinacional em comunicado.

O presidente executivo da Sanofi, Paul Hudson, realçou o aumento de 15,4% no lucro líquido por acção e disse ainda que a empresa reviu em alta a previsão do lucro para o final do ano fiscal.

Se até agora esperava-se que a melhora o lucro líquido por acção se situasse em torno dos 10%, a Sanofi calcula agora que estará próximo dos 15% no final deste ano.

 

Fonte:  Site "noticiasaominuto.com" e autor em 28 de Julho de 2022