Covid-19: EMA indica que todas as vacinas aprovadas na UE protegem contra todas as variantes

Covid-19: EMA indica que todas as vacinas aprovadas na UE protegem contra todas as variantes - 

De acordo com a Agência Europeia do Medicamento (EMA), as quatro vacinas contra a covid-19 aprovadas na União Europeia protegem contra todas as variantes em circulação na Europa, incluindo a Delta.

As quatro vacinas que têm autorização de utilização na União Europeia, são as da Pfizer-BioNTech, AstraZeneca, Moderna e Jannsen.

“Neste momento, parece que as quatro vacinas que estão aprovados na União Europeia protegem contra todas as variantes que estão a circular na Europa, incluindo a variante Delta”, afirmou Marco Cavaleri, o responsável da estratégia de vacinas do regulador europeu.

Segundo Marco Cavaleri, tanto os estudos realizados com pessoas vacinadas como os dados dos laboratórios, mostram que a vacinação completa protege contra a variante Delta do vírus SARS-CoV-2 e que as mesmas conseguem neutralizar esta variante.

O chefe da estratégia de vacinas da EMA, apelou às empresas para manterem uma vigilância apertada sobre a eficácia das suas vacinas face a novas estirpes do coronavírus.

Marco Cavaleri considerou também “muito importante” que as pessoas vulneráveis, em especial, os idosos, “sejam vacinadas o mais rápido possível, tendo em conta a potencial onda da variante Delta” que deverá espalhar-se pelo continente europeu nas próximas semanas.

Questionado sobre a estratégia de alguns países em administrar uma segunda dose de uma vacina diferente da primeira toma, o responsável da EMA adiantou que o regulador europeu “não está numa posição de tomar uma recomendação definitiva”, mas avançou que dados preliminares demonstram uma “imunização satisfatória e sem preocupações de segurança”.

 

Fonte: Site da "Netfarma.pt"  e autor em 1 de Julho de 2021

Glintt refresca tecnologia nos hospitais. “Os médicos sabem a dor de cabeça que é dar alta a um doente. Não é processo rápido”

Glintt refresca tecnologia nos hospitais. “Os médicos sabem a dor de cabeça que é dar alta a um doente. Não é processo rápido” - 

A tecnológica portuguesa apresentou esta quarta-feira o software “Viewer”. O médico tem um painel com a calendarização do dia de trabalho, motor de pesquisa de actualizações científicas, acesso a publicações especializadas, lista de tarefas, nomes/informações dos doentes, entre outros.

A tecnológica portuguesa Glintt apresentou esta quarta-feira um novo software para a o sector da saúde, que agiliza os processos dentro das clínicas e hospitais, filtra a informação dos doentes e envolve todos os profissionais das equipas. Chama-se “Viewer” e, pelo menos, os médicos mostram-se prontos para abraçar o sistema informático, porque os dados ainda não fluem como se deseja nas unidades hospitalares.

O CEO da Glintt destacou o orgulho de a solução ser “propriedade intelectual desenvolvida em Portugal”, o que só foi possível através de uma equipa multidisciplinar. “Não só em Portugal como em Espanha temos feito novos investimentos [o valor deste não foi revelado]. A velocidade de transformação mudou muito, os projectos são mais curtos e a necessidade de virem para o mercado é maior”, referiu Nuno Vasco Lopes, na abertura da cerimónia de apresentação, no Teatro Thalia, em Lisboa.

A dar o seu testemunho estiveram médicos como António Gomes e Paulo Freitas, do Hospital Professor Doutor Fernando Fonseca (Amadora-Sintra), ou Renato Guerreiro, do Hospital de São Francisco Xavier, que advertiram para os actuais problemas nas unidades de saúde: necessidade de contacto com todos e dados no imediato e menos dispersos, diminuição da distância entre o doente e a sua informação clínica (sobretudo nas UCI) e redução da dependência de estações de trabalho fixas.

Filipa Fixe, administradora executiva da Glintt, explicou que entre 90-100% dos espaços de saúde em Portugal estão cobertos com soluções tecnológicas, contudo, residem três desafios que ainda não foi possível levar a bom porto: mobilidade (não há sistemas portáteis), informação certa no momento certo (utilização dos dados) e apoio à decisão.

“Se no dia a dia temos tudo à distância do click isso também tem de ser levado para as unidades de saúde. As tecnologias têm o seu papel, para passarmos de uma sala de papel para uma sala de servidores”, começou por explicar. Continuamos a ver que a inteligência e os algoritmos continuam muito distantes da prestação de cuidados de saúde, o que rouba tempo ao doente e ao profissional”, alertou.

Em 2019, a empresa da Quinta da Beloura percebeu que era o momento de criar um novo sistema para “transformar a informação em conhecimento e criar um verdadeiro sistema de apoio à informação clínica”, segundo Sandra Teixeira, gestora de estratégia de Healthcare e responsável de inovação produto na Glintt.

Tanto a segurança como as questões de auditoria “eram críticas, estavam by default”, mas havia essencialmente quatro drivers tecnológicos que moviam a cotada na Euronext: teria de ser integrável com o ecossistema de outras soluções, multi-dispositivo por contexto de utilização, seguir os padrões tecnológicos do mercado e modular na tecnologia e nos contextos.

Os princípios ergonómicos do Viewer foram: uma folha em branco, widgets (“peças de lego”) que criam layouts, layouts para criar workflows (fluxos de trabalho). “Em vez de o médico ou enfermeiro ser o motor de busca em cima do PC a aplicação faz de motor de busca do profissional”, sintetizou Paulo Freitas, director do serviço de Medicina Intensiva do Amadora-Sintra.

Através desta tecnologia, o(a) médico(a) acede ao seu perfil – num tablet ou telemóvel, por exemplo – onde conta a calendarização do dia de trabalho, motor de pesquisa de actualizações científicas, acesso a publicações especializadas (conteúdos científicos e editoriais), lista de tarefas, nomes/informações dos doentes, entre outros. Na emissão de nota de alta, é possível de forma centralizada fazer as prescrições necessárias e accionar a assistência social, transmitindo de seguida a informação para o(a) enfermeiro(a).

“Todos nós, médicos, sabemos a dor de cabeça que é dar alta a um doente. Devia ser um processo rápido, mas não é. O nosso tempo tem de ser para o doente. O tempo de transcrição do papel para os sistemas é inaceitável nos tempos que correm”, ressalvou ainda Paulo Freitas.

A opinião foi partilhada por António Carvalho, director médico e membro da Comissão de Informação Clínica do Centro Hospitalar Lisboa Ocidental. “Até neste contexto de pandemia, em que as pessoas não podem estar no mesmo, os dispositivos móveis são uma mais-valia”, concluiu.

 

Fonte: Site do "Jornal Económico" e autor em 30 de Junho de 2021.

Medicamentos biossimilares podem reduzir até 40% os custos hospitalares no tratamento de doenças autoimunes

Medicamentos biossimilares podem reduzir até 40% os custos hospitalares no tratamento de doenças autoimunes - 

A IQVIA e a Biogen concluíram que estes medicamentos, que já representam cerca de metade da quota nacional, contribuem para uma redução de custos para o sistema de saúde alargam o acesso de pessoas com doenças autoimunes ao tratamento.

Os medicamentos biossimilares, ou os medicamentos desenvolvidos para serem similar a um medicamento biológico existente, permitem uma redução dos custos dos hospitais com terapêuticas — entre 20% a 40% no tratamento de doenças autoimunes — levando, consequentemente, a um alargamento do acesso de doentes ao tratamento (com um menor custo), e a uma maior sustentabilidade do sistema de saúde.

Estas são as conclusões de um estudo da IQVIA, desenvolvido com o apoio da Biogen, e divulgado esta quarta-feira que revela ainda que os biossimilares têm vindo a crescer em volume nos últimos sete anos em Portugal, representando actualmente 49% da quota de mercado dos medicamentos biológicos em dias de tratamento.

Apesar do seu crescimento em volume, o estudo “Medicamentos Biossimilares no Mercado Português – Impacto e Evolução” revela que a mesma tendência não se verifica no preço dos medicamentos biológicos, que tende a baixar sempre que ocorre uma perda de patente e, consequentemente, um aumento da concorrência com a entrada de biossimilares no mercado.

Para Anabela Fernandes, directora-geral da Biogen Portugal, “mais do que uma tendência crescente” que vai a par e passo com a realidade em  Espanha (54%) e França (53%), “a penetração dos biossimilares no mercado português tem vindo a acelerar à medida que os especialistas e os próprios hospitais ganham experiência e confiança na utilização destas terapêuticas no tratamento de diversas doenças”.

A responsável relembra ainda que estes medicamentos apresentam um perfil de qualidade, segurança e eficácia similar aos seus medicamentos de referência”.

Médicos ainda mostram resistência na transição

O estudo adianta ainda que os médicos querem iniciar tratamentos com biossimilares, mas apresentam resistência para efectuar essa transição — actualmente, 93% dos gastroenterologistas, 86% dos reumatologistas, e 83% dos dermatologistas prescrevem medicamentos biológicos para o tratamento de doenças autoimunes, dos quais 24% (em gastroenterologia) e 12% (na dermatologia e na reumatologia) dizem respeito a biossimilares.

Ainda que, para os especialistas das três áreas médicas analisadas seja provável iniciarem uma terapêutica com biossimilares junto de um novo doente com doença autoimunes, o mesmo já não acontece na transição do medicamento originador para um medicamento biossimilar em doentes em tratamento. O estudo indica que apenas 7% dos doentes de reumatologia, 5% de gastroenterologia, e 2% de dermatologia concretizaram efectivamente o switch para biossimilares.

 

Fonte: Site do "Jornal Económico" e autor em 30 de Junho de 2021.

Comparticipação de testes rápidos de antigénio entra em vigor esta quinta-feira

Comparticipação de testes rápidos de antigénio entra em vigor esta quinta-feira - 

Segundo a portaria, o valor da comparticipação do Estado na realização dos TRAg é de 100% do preço máximo fixado para efeitos de comparticipação (10 euros) e é limitada ao máximo de quatro TRAg de uso profissional, "por mês civil e por utente".

A comparticipação de testes rápidos de antigénio de uso profissional entra em vigor na quinta-feira, sendo que o preço máximo da sua realização não pode exceder os dez euros, segundo uma portaria publicada esta quarta-feira em Diário da República.

A portaria, que estabelece o regime excepcional e temporário de comparticipação de testes rápidos de antigénio (TRAg) de uso profissional, vigora até ao dia 31 de Julho de 2021, "sem prejuízo da sua eventual prorrogação".

Segundo a portaria, o valor da comparticipação do Estado na realização dos TRAg é de 100% do preço máximo fixado para efeitos de comparticipação (10 euros) e é limitada ao máximo de quatro TRAg de uso profissional, "por mês civil e por utente".

Perante a actual situação epidemiológica, "importa intensificar a utilização de testes para detecção do SARS-CoV-2, realizados de forma progressiva e proporcionada ao risco, que contribuam para o reforço do controlo da pandemia covid-19", lê-se na portaria assinada pelo secretário de Estado da Saúde, Diogo Serras Lopes.

Neste contexto, adianta, de forma a garantir "o acesso da população à realização de testes rápidos de antigénio (TRAg) de uso profissional, e como medida de protecção da saúde pública, importa prever um regime excepcional de comparticipação de TRAg realizados a utentes do Serviço Nacional de Saúde (SNS)" e fixar um "regime especial de preços máximos para efeitos da referida comparticipação", respectivas condições de utilização e medidas de monitorização e controlo.

Este regime não se aplica a utentes com certificado de vacinação, que ateste o esquema vacinal completo do respectivo titular, há pelo menos 14 dias, com uma vacina contra a covid-19 com autorização de introdução no mercado.

Também não se aplica a utentes com certificado de recuperação, que ateste que o titular recuperou da doença, na sequência de um resultado positivo num teste molecular de amplificação de ácidos nucleicos realizado há mais de 11 dias e menos de 180 dias.

Os TRAg de uso profissional só podem ser realizados nas farmácias de oficina e laboratórios de patologia clínica ou análises clínicas devidamente autorizadas, sublinha a portaria, adiantando que o resultado é comunicado ao utente e terá de ser registado no sistema SINAVElab.

Com esta medida, o Governo pretende "facilitar o acesso dos cidadãos à emissão do Certificado Digital Covid da UE, permitindo a obtenção de um resultado de teste às pessoas que ainda não reúnam condições para a emissão de certificado de vacinação, afastando assim constrangimentos financeiros resultantes da sua realização".

Consequentemente, assegura "a permissão de circulação em território nacional, bem como a utilização em matéria de tráfego aéreo e marítimo e eventos de natureza cultural, desportiva, corporativa ou familiar".

"O pagamento dos testes processa-se com base nas regras e termos definidos para a comparticipação de medicamentos ou meios complementares de diagnóstico e terapêutica, com as necessárias adaptações, mediante a apresentação de declaração devidamente assinada pelo utente.

A fiscalização compete ao Infarmed e à Entidade Reguladora da Saúde (ERS e cabe à Direcção-Geral da Saúde, à Administração Central do Sistema de Saúde, ao Infarmed, ao Instituto Nacional de Saúde Ricardo Jorge, e aos Serviços Partilhados do Ministério da Saúde (SPMS) emitirem conjuntamente, as orientações necessárias à operacionalização e execução da portaria.

Os SPMS desenvolvem a solução tecnológica de suporte ao sistema de monitorização e controlo para a realização de TRAg e disponibiliza as respectivas especificações técnicas.

Enquanto esta solução não estiver operacionalizada, e para fins de controlo, monitorização e facturação dos TRAg são considerados os registos realizados pelas entidades no sistema SINAVElab.

 

Fonte: Site do Jornal "Diário de Notícias" e autor em 30 de Junho de 2021.

Labatec investe 15 milhões de euros em Portugal numa nova fábrica

Labatec investe 15 milhões de euros em Portugal numa nova fábrica - 

A Labatec inaugurou esta quarta-feira, dia 30 de Junho, a sua primeira fábrica em Portugal.

Presentes estiveram o Secretário de Estado da Internacionalização, Eurico Brilhante Dias, o Embaixador da Suíça em Portugal, André Regli, o Vice-Presidente do Conselho Directivo do Infarmed, António Faria Vaz, e o Presidente da Câmara Municipal de Sintra, Basílio Horta.

O projecto em Mem Martins, que iniciou em 2018, teve um investimento de 15 milhões de euros e contou com a contratação de 40 colaboradores portugueses a tempo inteiro. Espera contratar mais 100 colaboradores nos próximos 3 a 5 anos.

O espaço tem cerca de 4.000m2 de área, e inclui escritórios, produção, embalamento, laboratórios e armazém, com tecnologia de última geração e projectada seguindo os mais recentes e elevados padrões europeus de Boas Práticas de Fabrico (GMP).

A fábrica tem uma capacidade inicial de produção de 250 milhões de comprimidos, sendo possível, expandir a sua produção para os 2 mil milhões de comprimidos por ano.

A nova fábrica ficará responsável pela produção de medicamentos orais para tratamento de doenças relacionadas com o sistema musculoesquelético, tais como esclerose múltipla, contracturas musculares e outras doenças musculares.

Toda a produção de medicamentos desta fábrica tem como destino os mercados de exportação da Suíça, do Médio Oriente e do Norte da África.

A Labatec, tem sede na Suíça, tem mais de 60 anos de experiência no fornecimento de produtos para 12 países, e conta com mais de 70 produtos e 280 referências no seu portfolio.

 

Fonte: Site da "Netfarma.pt"  e autor em 30 de Junho de 2021

Vacina da Moderna produz anticorpos contra variante delta

Vacina da Moderna produz anticorpos contra variante delta - 

A empresa garante que esta vacina também produz anticorpos contra as variantes do SARS-CoV-2 identificadas na Nigéria, Uganda e Angola.

A vacinação contra o SARS-CoV-2 com o fármaco desenvolvido pela Moderna produz anticorpos contra a variante delta, anunciou hoje a biotecnológica sediada no Massachusetts, nos Estados Unidos da América (EUA).

“A vacinação com a vacina covid-19 da Moderna produz títulos [um teste laboratorial que avalia a concentração] neutralizantes contra todas as variantes testadas, incluindo versões adicionais da variante beta (…) e das variantes delta”, dá conta um comunicado divulgado pela biotecnológica.

De acordo com a nota, a vacina produzida pela Moderna também produz anticorpos contra as variantes do SARS-CoV-2 identificadas na Nigéria, Uganda e Angola.

Para concluir a eficácia do fármaco, explicita o comunicado, foram recolhidas “amostras de oito participantes obtidas uma semana” depois de receberem a segunda dose.

A análise revelou “impacto mínimo em títulos neutralizante contra a variante alfa” e também “uma redução modesta em títulos neutralizantes contra a delta”.

A Moderna acrescentou que está a desenvolver uma estratégia para combater “variantes emergentes”.

O microbiologista João Paulo Gomes disse hoje que a variante delta é 60% mais transmissível, tem o dobro das probabilidades de levar uma pessoa ao hospital, mas as vacinas mostraram-se eficazes a prevenir doença grave.

Em declarações à agência Lusa, o especialista do Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge revelou, através de relatórios feitos por investigadores do Reino Unido (esta variante tem uma prevalência de 90% em Inglaterra) e dados das autoridades sanitárias britânicas que indicam que a delta é 60% mais transmissível do que a variante alfa (conhecida inicialmente como a do Reino Unido) e tem duas vezes mais probabilidade de levar a pessoa ao hospital, mas sublinha que os resultados da vacinação “são promissores e animadores”.

“Com duas doses da vacina [AstraZeneca], a protecção conferida contra a hospitalização é na ordem dos 92%”, afirmou o especialista, acrescentando: “Quem tenha a vacinação completa, este grau protecção contra a hospitalização é na ordem de 92% a 96% [vacina Pfizer], o que é excelente”.

“A palavra de ordem é vacinar”, insistiu.

Segundo o mais recente relatório de situação sobre a diversidade genética do SARS-CoV-2 em Portugal, divulgado pelo INSA, a variante delta, associada inicialmente à Índia, teve “uma subida galopante” na frequência relativa a nível nacional, passando de 4% em Maio para 55,6% em Junho, mas a sua distribuição “é ainda muito heterogénea entre regiões”.

Segundo o INSA, a distribuição da variante delta varia entre 3,2% (Açores) e 94,5% (Alentejo), mas, tendo em conta a tendência observada entre Maio e Junho, “é expectável que esta variante se torne dominante em todo território nacional durante as próximas semanas”.

Do total de sequências da variante delta analisadas até à data, 46 apresentam a mutação adicional K417N na proteína Spike, refere o instituto.

No entanto, sublinha, cerca de 50% destes casos restringem-se a apenas duas cadeias de transmissão de âmbito local, o que sugere que a sua circulação comunitária é ainda limitada, sendo a frequência relativa deste perfil (Delta+K417N) na amostragem nacional de Junho de 2,3%.

 

Fonte: Site da "Evacinas.pt"  e autor em 30 de Junho de 2021