Santa Maria entrega 50 medicamentos em casa dos doentes todos os dias

Santa Maria entrega 50 medicamentos em casa dos doentes todos os dias - 

O Centro Hospitalar realizou, desde Abril, 1.330 entregas de medicamentos de dispensa hospitalar na casa de doentes ou nas farmácias de proximidade.

Em média, o Serviço de Gestão Técnico-Farmacêutica do centro hospitalar faz chegar diariamente medicamentos a 50 doentes de todo o país, garantindo o acesso aos tratamentos e a segurança dos utentes no âmbito do plano de contingência contra a pandemia da Covid-19, adianta o CHULN em comunicado.

“Desde o início da pandemia, entre atendimentos presenciais e envio de medicação, foi fornecida terapêutica para cerca de 9.200 doentes” do centro hospitalar, que integra o Hospital Santa Maria e o Hospital Pulido Valente.

Segundo o centro hospitalar, “todas as alterações introduzidas na Farmácia de Ambulatório do Hospital de Santa Maria permitiram o cumprimento das regras de higienização e de distanciamento, assim como a redução do tempo de espera em cerca de 50%”.

“O Programa de Acesso ao Medicamento Hospitalar (PAM-H) tornou mais fácil e seguro o levantamento de medicação, que passou a ser enviada para uma farmácia de proximidade ou domicílio do doente. Um serviço que abrange utentes do Minho ao Algarve, incluindo as ilhas”, refere o comunicado.

Este programa abrange doentes crónicos imunodeprimidos, destacando-se os transplantados renais, os doentes sob terapêutica com medicamentos biológicos, os oncológicos, e os doentes com esclerose múltipla e esclerose lateral amiotrófica.

Para aceder ao programa o doente ou representante legal apenas necessita de enviar os dados para os contactos de apoio farmacêutico, disponíveis no ‘site’ do Centro Hospitalar.

Adicionalmente, a Consulta de Apoio Farmacêutico, que pode ser realizada nas instalações do hospital ou através de teleconsulta, permite assegurar a comunicação e os cuidados farmacêuticos prestados ao doente.

 

Fonte: Site da "saudeonline.pt"  e autor em 15 de Maio de 2020

Farmácias lançam campanha para ajudar a distinguir alergia e constipação

Farmácias lançam campanha para ajudar a distinguir alergia e constipação - 

As farmácias portuguesas lançaram esta sexta-feira uma campanha de sensibilização e informação, sob o tema "Atchim, alergia ou constipação?", com o objectivo de informar e alertar a população para a diferença entre constipação e alergia, assim como os diferentes tratamentos associados.

Tendo em conta que as patologias associadas às constipações e às alergias (muito comuns nesta época do ano) podem motivar sintomatologias que geram factores de apreensão e preocupação adicionais para as pessoas nesta fase do covid-19, as farmácias pretendem "contribuir para a sua melhor compreensão e tranquilização", refere, em comunicado, a Cooprofar - Cooperativa dos Proprietários de Farmácia.

Neste sentido, é utilizada a relação de proximidade que as farmácias estabelecem com cada um dos seus utentes, "reforçada ainda mais durante este período da pandemia pela elevada procura e facilidade de acesso à informação nestes espaços de saúde", sublinha a Cooprofar.

"Esta capacidade para funcionar como o primeiro contacto na cadeia de saúde, possibilita uma antecipação no diagnóstico e, consequentemente, do encaminhamento e acompanhamento médico especializado se necessário", acrescenta.

Além das mais de 1.200 farmácias que vão divulgar a campanha, a Cooprofar - Cooperativa dos Proprietários de Farmácia, em parceria com a Perrigo, adaptou também os meios para conteúdos digitais de forma a facilitar a acessibilidade à consulta de informação através das redes sociais e website.

Paralelamente, a Cooprofar, enquanto Entidade Formadora Certificada e parceira da Ordem dos Farmacêuticos, organizará um conjunto de acções de formação para profissionais de farmácia, com o objectivo de dotá-los de ferramentas e das competências necessárias nestas patologias.

A campanha vai ter uma duração de cerca de três meses.

 

Fonte: Site do Jornal "Expresso" e autor em 15 de Maio de 2020.

EMA prevê vacina contra covid-19 só em 2021

EMA prevê vacina contra covid-19 só em 2021 - 

De acordo com a Agência Europeia de Medicamentos (EMA), uma vacina contra o covid-19 poderá estar pronta dentro de um ano, isto tendo como base os ensaios e investigações em curso.

Esta informação foi avançada por Marco Cavaleri, director de estratégia da EMA, durante uma videoconferência, onde avançou que “existe a possibilidade, se tudo correr como planeado, que algumas vacinas estejam prontas para serem aprovadas dentro de um ano”.

Para Marco Cavaleri, “essas são apenas previsões baseadas nos dados existente. Mas ressalvo novamente que tudo isto no melhor cenário, pois sabemos que todas as vacinas em desenvolvimento podem não receber autorização e desaparecer”, indicou alertando que no processo também “pode haver atrasos”.

O director de estratégia da EMA mostrou-se bastante cético em relação às informações que sugerem a hipótese de uma vacina estar pronta já em Setembro próximo.

Quanto aos receios da Organização Mundial da Saúde (OMS) de que o novo coronavírus “nunca desapareça”, Marco Cavaleri tentou minimizar esses receios.

“Acho que é um pouco cedo para dizer, mas temos boas razões para estarmos optimistas de que as vacinas vão chegar”, disse Cavaleri, acrescentando: “Ficarei surpreendido se falharmos na tarefa de encontrarmos uma vacina para o covid-19”, sublinhou.

 

Fonte: Site da "Netfarma.pt"  e autor em 14 de Maio de 2020

Estudo: Duas em cada três mulheres consomem analgésicos

Estudo: Duas em cada três mulheres consomem analgésicos - 

De acordo com um estudo estudo TGI da Marktest, as mulheres são quem mais refere tomar analgésicos ou medicamentos para as dores de cabeça, um comportamento de duas em cada três mulheres.

O estudo que remonta a 2019, indica que 4 771 mil portugueses referem ter tomado analgésicos ou medicamentos para as dores de cabeça, o que representa 55,7% dos residentes no Continente com 15 e mais anos.

Destes, 43,4% são homens e 66,7% são mulheres. O que significa que duas em cada três mulheres consumiu analgésicos ou medicamentos para as dores de cabeça, no período de referência.

Quanto às idades de quem toma estes medicamentos, os valores sobem com o avanço da idade, até um máximo de 68,3% entre os indivíduos dos 45 aos 54 anos, para depois voltar a baixar para 50,1% entre os indivíduos com mais de 64 anos.

Entre regiões, é no Litoral Norte que a percentagem de consumidores destes medicamentos é maior.

Quanto a classes sociais, é nas mais altas que o consumo é maior.

Os dados e análises apresentadas fazem parte do estudo TGI, propriedade intelectual da Kantar Media, e do qual a Marktest detém a licença de exploração em Portugal.

 

Fonte: Site da "Netfarma.pt"  e autor em 13 de Maio de 2020

Covid-19. Portugal integra ensaio clínico da OMS sobre opções de tratamento

Covid-19. Portugal integra ensaio clínico da OMS sobre opções de tratamento - 

A falta de opções “aprovadas ou suportadas por evidência clínica robusta”, para combater a pandemia de covid-19, levou à realização de “ensaios clínicos controlados” para testar “medicamentos identificados como promissores”.

Portugal aderiu ao ensaio clínico “Solidarity”, delineado pela Organização Mundial de Saúde (OMS) para recolher evidência científica sobre algumas opções de tratamento para a covid-19, e que vai decorrer em vários centros de investigação do país.

Segundo a Autoridade Nacional do Medicamento (Infarmed), a OMS promoveu um ensaio clínico para alcançar evidência científica sobre algumas das opções de tratamento e cuja implementação reúne maior consenso junto da comunidade médica e grupos científicos especializados, sendo a Agência de Investigação Clínica e Inovação Biomédica (AICIB) a promotora portuguesa.

O Infarmed lembra que “ainda não tem nenhum medicamento autorizado para o tratamento” da infecção por SARS-CoV-2. No entanto, “actualmente, existem vários medicamentos candidatos”. A autoridade reforça ainda que o conhecimento científico adquirido, até ao momento, sobre estes medicamentos no tratamento da covid-19 é limitado.

A falta de opções “aprovadas ou suportadas por evidência clínica robusta”, para combater a pandemia de covid-19, levou à realização de “ensaios clínicos controlados, que permitam recolher provas científica da utilização dos medicamentos que têm sido identificados como mais promissores”.

A pandemia de covid-19 já provocou mais de 282 mil mortos e infectou mais de 4,1 milhões de pessoas em 195 países e territórios, segundo um balanço da agência de notícias AFP. Mais de 1,3 milhões de doentes foram considerados curados.

Em Portugal, morreram 1.144 pessoas das 27.679 confirmadas como infectadas, e há 2.549 casos recuperados, de acordo com a Direcção-Geral da Saúde.

 

Fonte: Site do Jornal "Público" e autor em 12 de Maio de 2020.

Infarmed alerta para testes falsificados de covid-19 na Europa

Infarmed alerta para testes falsificados de covid-19 na Europa - 

O Infarmed alerta para a existência de testes rápidos de covid-19 falsificados no mercado europeu e avisou que estes apenas podem ser disponibilizados por fabricantes e distribuidores autorizados.

Numa nota publicada esta terça-feira, a Autoridade Nacional do Medicamento e Produtos de Saúde diz que, até à data, não foram detectados testes falsificados em Portugal mas que têm sido encontrados no mercado europeu. Apesar de terem a indicação CE como símbolo de segurança, apresentam "documentação falsa, documentação incompleta ou alegações não fundamentadas".

Têm igualmente sido detectados no mercado europeu alguns dispositivos médicos que "que se destinam a auto-diagnóstico sem cumprirem a legislação aplicável a essa finalidade", acrescenta o comunicado.

O Infarmed, que tem participado no grupo de trabalho da Comissão Europeia que tem analisado os testes rápidos de covid-19, recorda que estes dispositivos apenas podem ser disponibilizados "por fabricantes e distribuidores por grosso devidamente notificados (...), de acordo com a legislação aplicável".

Aconselha ainda os consumidores e outros utilizadores não profissionais a não comprarem testes rápidos para a covid-19 pela internet ou por qualquer outra via e diz que, no que respeita ao diagnóstico da doença, devem ser seguidas as recomendações da Direcção-Geral da Saúde, sublinhando que estes testes são, em regra, menos fiáveis e sensíveis do que os testes de diagnóstico realizados em laboratório, com equipamentos e reagentes específicos.

Recorda que organizações internacionais como a Food and Drug Administration, agência reguladora norte-americana, e a Organização Mundial de Saúde já alertaram para a disponibilização de testes de diagnóstico da covid-19 fraudulentos, falsificados e não autorizados.

"Pelos motivos acima referidos, a Comissão Europeia e as Autoridades Competentes, em linha com a Comunicação da Comissão Europeia de 15 Abril, estão a desenvolver diversas actividades com o objectivo de garantir a disponibilidade no mercado de dispositivos seguros e eficazes para a realização dos testes para a covid-19", acrescenta o Infarmed.

 

Fonte: Site do "Jornal de Notícias" e autor em 12 de Maio de 2020.