COVID-19: Farmacêuticas portuguesas anunciam donativos superiores a 3ME

COVID-19: Farmacêuticas portuguesas anunciam donativos superiores a 3ME - 

A indústria farmacêutica portuguesa anunciou hoje que canalizou “donativos” superiores a três milhões de euros para apoiar o combate à COVID-19.

Este valor, de acordo com a Associação Portuguesa da Indústria Farmacêutica (APIFARMA) inclui um contributo financeiro no âmbito da iniciativa promovida pela Comissão Europeia “Resposta Global à COVID-19”, para acelerar o desenvolvimento, a produção e o acesso equitativo a vacinas, diagnósticos e tratamentos.

“À data, os apoios da APIFARMA e das empresas farmacêuticas suas associadas totalizam 3.113.173 euros”, repartidos por várias rubricas, lê-se num comunicado em que se destaca uma verba de 1,1 milhões de euros para o Fundo de Apoio Financeiro “Todos Por Quem Cuida”, criado em conjunto com a Ordem dos Médicos e a Ordem dos Farmacêuticos, para compra de equipamento hospitalar, de protecção individual e outro material necessário a todos os profissionais que combatem a doença.

Está igualmente contemplado meio milhão de euros no âmbito da “Resposta Global à COVID-19”, iniciativa da Comissão Europeia que pretende acelerar o desenvolvimento, a produção e o acesso equitativo a vacinas, diagnósticos e tratamentos.

Para projectos e diversas entidades, entre as quais se incluem o Serviço Nacional de Saúde, autarquias, instituições de ensino e prestadores de saúde, foram destinados 958.000 euros.

É igualmente referenciado um “donativo da APIFARMA no valor de 40.000 mil euros à Associação para o Desenvolvimento do Ensino e Investigação em Microbiologia (ADEIM) da Faculdade de Farmácia da Universidade de Lisboa, destinado a material de diagnóstico, “possibilitando a realização de 3.000 análises e ensaios de diagnóstico do vírus SARS-CoV-2”.

A APIFARMA canalizou também 30.000 euros para a Associação Dignitude, dirigidos a um fundo de emergência especificamente direccionado para o apoio à entrega domiciliária de medicamentos a doentes que “carecem de terapêutica habitualmente de dispensa hospitalar”.

Foram ainda feitos donativos em espécie “de valor superior a 561.000 euros”, em que se enquadram um vídeolaringoscópio, oxímetros, monitores, máscaras, batas de protecção, luvas, antisséticos, entre outros artigos.

O Fundo de Apoio criado pela APIFARMA, com o contributo das empresas farmacêuticas suas associadas, continua aberto e em permanente actualização.

Portugal contabiliza 1.105 mortos associados à covid-19, em 26.715 casos confirmados de infecção, segundo o boletim diário da Direcção-Geral da Saúde (DGS) sobre a pandemia divulgado na quinta-feira.

Portugal entrou no domingo em situação de calamidade, depois de três períodos consecutivos em estado de emergência desde 19 de Março.

Esta nova fase de combate à covid-19 prevê o confinamento obrigatório para pessoas doentes e em vigilância activa, o dever geral de recolhimento domiciliário e o uso obrigatório de máscaras ou viseiras em transportes públicos, serviços de atendimento ao público, escolas e estabelecimentos comerciais.

 

Fonte:  Site "lifestyle.sapo.pt" e autor em 8 de Maio de 2020.

Teste que identifica mutações genéticas na origem de cancro do ovário pode ajudar a salvar vidas

Teste que identifica mutações genéticas na origem de cancro do ovário pode ajudar a salvar vidas - 

O teste genético, que identifica as mutações nos genes BRCA1 e BRCA2, permite uma vigilância mais apertada dos indivíduos em risco e a tomada de decisões personalizadas nos doentes oncológicos.

As mutações nos genes BRCA1 e BRCA2 aumentam o risco de desenvolvimento de alguns tipos de tumores: entre 24% e 40% das mulheres com mutações no gene BRCA1 vão desenvolver cancro do ovário, enquanto 11% a 18% das que apresentam mutações no gene BRCA2 vão fazer parte da estatísticas associada a este tipo de tumor.

Um teste genético pode ajudar a identificar os indivíduos em risco ou a orientar decisões em doentes oncológicos. O teste em questão trata-se de um recurso para pessoas saudáveis com história familiar de cancro, mediante critérios, que permite identificar aquelas que podem ter um risco acrescido de doença oncológica devido às mutações nos genes BRCA1 e BRCA21.

O teste genético é um gesto simples, mas que permite uma vigilância e rastreio mais apertados, ou avaliar opções que reduzem o risco de aparecimento da doença através da realização de cirurgias preventivas, como a mastectomia ou a remoção cirúrgica dos ovários (ooforectomia), assim como a prevenção através de medicamentos (a quimioprevenção) nos portadores confirmados de mutação.

no doente oncológico, a realização do teste genético fornece mais informação à equipa médica multidisciplinar, auxiliando na escolha das opções de tratamento mais adequadas, além de permitir conhecer ainda o risco do doente em desenvolver novos cancros.

Actualmente, a realização da pesquisa de mutações BRCA1/2 é aconselhada a todos os doentes com cancro do ovário não mucinoso e a doentes com cancro da mama, pâncreas e próstata segundo critérios específicos.

 

Fonte: Site da "saudeonline.pt"  e autor em 8 de Maio de 2020

Farmácias hospitalares devem privilegiar entrega de medicamentos em casa

Farmácias hospitalares devem privilegiar entrega de medicamentos em casa - 

O despacho que determina que os serviços farmacêuticos hospitalares devem continuar a dar preferência à entrega de medicamentos em casa dos doentes enquanto a situação epidemiológica em Portugal o justificar foi hoje publicado em Diário da República.

Esta medida estava prevista no período do estado de emergência, que terminou a 2 de maio, tendo agora a ministra da Saúde, Marta Temido, determinado o seu prolongamento enquanto a situação epidemiológica do país se justificar.

Apesar do fim do estado de emergência, "as autoridades de saúde continuam a reputar como absolutamente essencial apostar na contenção da transmissão do vírus para controlar a situação epidemiológica em Portugal", refere o despacho que determina que "os medicamentos dispensados por farmácia hospitalar em regime de ambulatório podem, excepcionalmente, a pedido do utente, ser dispensados nas farmácias comunitárias por si indicadas, ou no seu domicílio".

Segundo a legislação hoje publicada, no actual contexto pandémico "o contacto social constitui uma importante fonte de contágio e representa um veículo de transmissão e de propagação da doença, importa minimizar a necessidade de deslocações dos cidadãos, sobre quem impede, aliás, o dever cívico de recolhimento domiciliário".

"Justifica-se, pois, que ao nível da dispensa de medicamentos por farmácias hospitalares, em regime de ambulatório, os Serviços Farmacêuticos Hospitalares (SFH) continuem a assegurar um serviço de proximidade, garantindo a continuidade do fornecimento dos medicamentos, evitando as suas deslocações aos hospitais e, consequentemente, minimizando o risco da exposição dos utentes que deles necessitam", frisa o despacho, que entrou em vigor em 3 de maio.

De acordo com o mesmo documento, as farmácias comunitárias que disponibilizem medicamentos nos termos do presente despacho ficam dispensadas de efectuar o registo de dispensa de medicamentos ao domicílio junto do Infarmed (Autoridade Nacional do Medicamento e Produtos de Saúde).

Segundo o boletim epidemiológico divulgado hoje pela DGS, Portugal regista 1.105 mortes relacionadas com a covid-19, mais 16 do que na quarta-feira, e 26.715 infectados (mais 533).

 

Fonte:  Site "noticiasaominuto.com" e autor em 7 de Maio de 2020.

Portugal registou a terceira maior taxa de tuberculose da Europa em 2018

Portugal registou a terceira maior taxa de tuberculose da Europa em 2018 - 

Ao todo, em 2018, houve 226 mortes em Portugal devido à doença, um aumento de 20% em relação ao ano anterior.

Portugal é o terceiro país da Europa com maior taxa de casos de tuberculose, de acordo com o último relatório do Centro Europeu de Prevenção e Controlo das Doenças (ECDC), relativo a 2018, conta o “Jornal de Notícias” esta quinta-feira. Pior só a Roménia e a Lituânia.

Acima dos 64 anos, a taxa de portugueses infectados é 2,5 vezes superior à média europeia. Ao todo, em 2018, houve 226 mortes em Portugal devido à doença, um aumento de 20% em relação ao ano anterior.

Um dos óbitos a registar em 2018 foi o de uma criança. O menor veio para Portugal em Janeiro desse ano, “proveniente de Angola” e “apresentava uma neoplasia (linfoma) e uma tuberculose grave”.

Em 2018, registaram-se 34 casos de tuberculose em crianças até aos seis anos de idade, sendo que 35,3% das quais estavam imunizadas.

Este ano, ainda não foi registado nenhum caso de tuberculose em Portugal. A garantia foi dada por Isabel Carvalho, directora do Programa Nacional para a Tuberculose, ao jornal.

 

Fonte: Site do Jornal "Expresso"  e autor em 7 de Maio de 2020

Covid-19: Amgen Portugal e Fundação Amgen apoiam de forma activa o combate ao vírus

Covid-19: Amgen Portugal e Fundação Amgen apoiam de forma activa o combate ao vírus - 

A Amgen, através da Amgen Foundation, juntou-se ao movimento da Cruz Vermelha Portuguesa, ao fazer um donativo de 27 mil euros, para apoiar no combate à Covid-19.

O fundo angariado será usado pela Cruz Vermelha Portuguesa para adquirir alimentos, equipamento de protecção individual, cobertores para o transporte de doentes, camas de campanha, ventiladores, monitores desfibrilhadores para transporte de doentes críticos, zaragatoas, entre outros.

Para além disso, o mesmo fundo da Amgen Foundation está a ser utilizado para responder a vários pedidos de Donativos ao nível nacional, não só relacionados com o apoio a instituições de saúde, mas também outras entidades sem fins lucrativos, que estão a viver grandes dificuldades financeiras devido à crise provocada pela COVID-19.

Tiago Amieiro, director-geral da Amgen Portugal refere que, “Na Amgen soubemos desde o início a importância de contribuir para a nossa comunidade através do apoio à área da saúde para combater a COVID-19 e à assistência às comunidades mais afectadas por esta pandemia. Temos esperança que através dos contributos quer da Amgen Foundation, quer da Amgen em Portugal, ajudemos quem está na linha da frente ou quem está mais vulnerável e necessita de maior ajuda devido a esta pandemia, como é o caso, por exemplo, dos profissionais de saúde e dos idosos em lares.”

Em Portugal, a Amgen tem desenvolvido várias acções locais na luta contra a pandemia, como é o caso de autorizar e incentivar a que os trabalhadores, por iniciativa própria, despendam uma parte do seu horário de teletrabalho em acções de voluntariado nas comunidades em que estão inseridos, sem redução da sua remuneração mensal.

 

Fonte: Site da "saudeonline.pt"  e autor em 6 de Maio de 2020

Covid-19: Novartis faz doação de hidroxicloroquina

Covid-19: Novartis faz doação de hidroxicloroquina - 

A Novartis, informou através de comunicado, a doação de 50 milhões de doses de hidroxicloroquina, medicamento produzido pela Sandoz, divisão do Grupo, para ajudar na luta contra a covid-19 em Portugal.

A Sandoz entretanto já articulou junto do Instituto Nacional da Farmácia e do Medicamento, I.P. (Infarmed) como proceder à autorização regulamentar necessária de forma a disponibilizar o medicamento no nosso país.

Esta doação enquadra-se no compromisso da empresa em doar até 130 milhões de comprimidos de hidroxicloroquina, onde se inclui o seu actual stock de 50 milhões de doses, para apoiar a resposta global à covid-19.

Em Portugal, a Novartis já doou 350 mil euros para o combate à covid-19: 215 mil euros à plataforma “Todos por quem cuida”, uma acção conjunta da Ordem dos Médicos e da Ordem dos Farmacêuticos com o apoio da Apifarma (Associação Portuguesa da Indústria Farmacêutica) e 135 mil euros ao “Movimento tech4COVID” para compra de 100 mil máscaras para profissionais de saúde.

A hidroxicloroquina despertou interesse na comunidade médica após ter demonstrou actividade antiviral contra a SARS-CoV-2 em testes laboratoriais.

 

Fonte: Site da "Netfarma.pt"  e autor em 6 de Maio de 2020