O medicamento probiótico UL-250 cápsulas apresenta um novo site, só dedicado a esta marca

O medicamento probiótico UL-250 cápsulas apresenta um novo site, só dedicado a esta marca.

O UL-250 cápsulas está indicado para o tratamento sintomático da diarreia aguda em crianças e adultos e para a prevenção da diarreia associada à toma de antibióticos.

Este fármaco contém uma levedura probiótica viva denominada Saccharomyces boulardii CNCM I-745, descoberta na pele da fruta tropical lichia que comprovadamente trata a diarreia e regenera a microbiota intestinal.

Neste “novo website, os portugueses vão poder conhecer com mais detalhe a história e as indicações terapêuticas do UL-250 cápsulas, esclarecer dúvidas sobre o uso deste medicamento em adultos e crianças, com idade igual ou superior a 6 anos, e saber mais sobre o papel dos probióticos e da microbiota na saúde humana”, indica a marca em comunicado divulgado.

Em caso de diarreia, recomenda-se a reidratação com água e chá de ervas, para serem bebidos com frequência e em pequenas quantidades. Deve-se evitar alimentos demasiado ricos em fibras ou em gorduras. A reintrodução de alimentos deve ser gradual, para verificar se são bem tolerados.

 

Fonte: Site da "Netfarma.pt"  e autor em 5 de Agosto de 2020

Farmácias com limite na venda de medicamentos

Farmácias com limite na venda de medicamentos - 

As farmácias passam a estar limitadas a dispensar apenas duas embalagens de cada medicamento, por mês e por utente, de acordo com o definido por uma portaria de 2016 que só ontem foi implementada a nível informático.

Embora haja excepções para quem tenha dificuldade em deslocar-se ou vá viajar para fora do país, por exemplo, a regra está a ser aplicada a quem já tinha comprado medicamentos nos últimos 30 dias, segundo soube o JN.

"As farmácias apenas podem dispensar um máximo de duas embalagens, por linha de prescrição, ou de quatro embalagens, no caso das embalagens em dose unitária, por mês", determina a lei que entrou ontem em vigor.

Mediante justificação, as farmácias podem dispensar quantidades superiores, nomeadamente quando a quantidade de embalagens necessárias para cumprir o tratamento é superior a duas por mês, quando houver "extravio, perda ou roubo de medicamentos", em caso de dificuldade de deslocação à farmácia ou de ausência prolongada do país.

A portaria 284-A/2016, de 4 de Novembro, deveria ter entrado em vigor no mês seguinte à sua publicação. Todavia, ao que foi possível apurar, devido a atrasos na implementação das receitas sem papel e dos sistemas informáticos das farmácias e dos Serviços Partilhados do Ministério da Saúde, a que veio somar-se a pandemia de covid-19, que atrasou novamente o artigo que teria entrado em vigor em Abril passado, só ontem passou de facto a vigorar a regra de limitação de embalagens por utente.

O objectivo da medida é minimizar a ocorrência de fraude nos medicamentos com receita e, simultaneamente, permitir um controlo mais rigoroso da despesa do Serviço Nacional de Saúde, sem que a mesma tenha a ver com falta de medicamentos ou dificuldades na gestão de stocks. A medida pode ainda saldar-se pela positiva no combate ao desperdício devido a prazos de validade expirados neste tipo de medicamentos.

Ao que o JN conseguiu apurar, está a ser imposta limitação aos utentes que adquiriram medicação antes de ontem. Os sistemas informáticos estão a contabilizar as embalagens adquiridas no último mês, pelo que quem adquiriu duas caixas do mesmo medicamento neste período pode já não conseguir adquirir mais até passarem 30 dias sobre a primeira compra.

 

Fonte: Site do "Jornal de Notícias" e autor em 4 de Agosto de 2020.

P-BIO apresenta Plano Bio-Saúde 2030 para potenciar investimento em biotecnologia

P-BIO apresenta Plano Bio-Saúde 2030 para potenciar investimento em biotecnologia - 

A Associação Portuguesa de Empresas de Bioindústria acredita que biotecnologia é um dos "eixos importantes para recuperar a economia" e para "combater a pandemia".

A Associação Portuguesa de Empresas de Bioindústria (P-BIO), que congrega empresas ligadas ao sector da Biotecnologia e Ciências da Vida em Portugal, lança o plano estratégico Portugal Bio-Saúde 2030. O intuito é estimular o investimento nestes sectores – Ciências da Vida e Biotecnologia – como forma de contribuir para uma economia baseada em conhecimento e na produção de produtos de alto valor acrescentado. A P-BIO acredita que biotecnologia é “fundamental” para “garantir a saúde do futuro”.

O Plano Portugal Bio-Saúde 2030, que já foi apresentado a vários Ministérios nos últimos meses para enriquecer o debate sobre o tema, pretende, segundo o comunicado da P-BIO, “posicionar Portugal como um centro de Investigação e Desenvolvimento em Biotecnologia e Ciências da Vida – tornando Portugal num Hub de I&DT – e um pilar estratégico da capacidade de produção na União Europeia (UE)”.

Entre as medidas, destacam-se as propostas de capacitar o tecido industrial da UE, de constituir uma reserva estratégica de capacidade produtiva para a UE em saúde, de atrair para o país polos de I&DT em Saúde, bem como de promover tanto o emprego altamente qualificado,  como a transferência de tecnologia com o financiamento de Fundos de Capital de Risco especializados em Ciências da Vida e ainda a investigação e o desenvolvimento clínico em Portugal. O documento completo com as medidas do Portugal Bio-Saúde 2030 pode ser consultado nesta hiperligação.

“A pandemia veio confirmar que é fundamental investir hoje para garantir a saúde do futuro. Preparámos, por isso, este plano estratégico, que coloca o foco na biotecnologia, que acreditamos que poderá ser um dos eixos importantes para recuperar a economia, tirando partido das capacidades nacionais nesta área de conhecimento e em alinhamento com o Plano de recuperação e o quadro financeiro plurianual para 2021-2027, que foi recentemente aprovado pelo Conselho Europeu”, sublinha Simão Soares, o presidente da P-BIO.

Relativamente à pandemia por COVID-19, o comunicado refere que o recurso às Ciências da Vida é “essencial para o combate à COVID-19” no respeitante aos seguintes aspectos: identificação do vírus e do diagnóstico dos doentes, através de testes laboratoriais de PCR; recurso aos testes serológicos, que identificam a incidência da infecção e utilizam anticorpos (produtos da biotecnologia); tratamento dos doentes, com medicamentos ou ventiladores que pertencem às áreas das Ciências da Vida, Farmacêutica, Bio-farmacêutica e Medtech; desenvolvimento de uma vacina.

Como membro da EuropaBio, a P-Bio permite uma interligação entre as empresas e os parceiros relevantes do Governo, investidores, agências reguladoras e outras instituições ligadas à indústria. O programa conta já com mais de 120 subscritores de diferentes instituições, entre os quais elementos da Associação Nacional das Farmácias (ANF), Associação Portuguesa das Empresas de Dispositivos Médicos (APORMED), Associação Portuguesa de Administradores Hospitalares (APAH), Fundação Champalimaud, i3S – Instituto de Investigação e Inovação em Saúde, Instituto de Medicina Molecular (IMM), Instituto de Patologia e Imunologia Molecular da Universidade do Porto (IPATIMUP), Pfizer, Bial, Hovione ou Sonae.

 

Fonte: Site da "saudeonline.pt"  e autor em 4 de Agosto de 2020

Infarmed concluiu processos referentes a 49 medicamentos inovadores até Julho

Infarmed concluiu processos referentes a 49 medicamentos inovadores até Julho - 

Segundo a Autoridade Nacional do Medicamento e Produtos em Saúde, da totalidade dos medicamentos avaliados, 36 tiveram aprovação para utilização e financiamento pelo SNS.

O Infarmed concluiu nos primeiros sete meses do ano processos relativos a novas substâncias activas ou novas indicações terapêuticas referentes a 49 medicamentos inovadores, segundo dados oficiais.

A Oncologia e a Neurologia foram as áreas terapêuticas com maior número de novos medicamentos aprovados.

No campo do financiamento da inovação, foram aprovados mais 70 medicamentos genéricos e biossimilares, com um tempo médio de conclusão de 17 dias (para os processos submetidos após 07 de Setembro de 2017).

Segundo o Infarmed, os processos submetidos após 07 de Setembro de 2017, data em que ocorreu uma alteração legislativa do Sistema

Nacional de Avaliação de Tecnologias da Saúde (SiNATS), incluindo nos prazo de avaliação, tiveram um prazo de conclusão médio de 253 dias.

Contudo, o acesso a estas terapêuticas inovadoras durante o período de avaliação dos medicamentos é possível, nos casos legalmente previstos, através de autorizações excepcionais (AUE). Os dados do Infarmed indicam que no primeiro trimestre de 2020 foram concedidas 420 autorizações de utilização excepcionais.

 

Em 2019 foram aprovados 74 medicamentos inovadores

 

No ano passado foram aprovados 74 medicamentos inovadores pelo Infarmed, que conseguiu reduzir em mais de 200 milhões de euros as condições propostas pelas farmacêuticas.

O ano de 2019 foi um dos que registou o maior número de aprovações de inovação terapêutica.

No conjunto, em 2017 e 2018, cerca de 110 fármacos inovadores tinham sido aprovados pelo Infarmed.

Em Janeiro, no âmbito do 27.º aniversário do Infarmed, o presidente fez um balanço da actividade da Autoridade Nacional do Medicamento e destacou as mais de 1.600 inspecções a todo o circuito do medicamento realizadas no ano passado, um “número nunca antes atingido”.

Muitas dessas acções de inspecção foram dirigidas à garantia de acesso e de disponibilidade dos medicamentos, um problema que se foi agravando em Portugal e que levou até a mudar a legislação.

O número de aprovações de medicamentos novos bateu recordes dos últimos anos. Segundo dados oficias do Infarmed fornecidos à agência Lusa, em 2016 foram aprovados 51, em 2017 foram 60, baixou para 40 em 2018 e em 2019 atingiu os 74 novos fármacos.

 

Fonte: Site da "saudeonline.pt"  e autor em 3 de Agosto de 2020

Vacina australiana contra coronavírus considerada segura após primeiro ensaio clínico. Vai ser aplicada em idosos” -

Vacina australiana contra coronavírus considerada segura após primeiro ensaio clínico. Vai ser aplicada em idosos” - 

Doentes imunizados com a ‘Covax-19’ não apresentaram efeitos secundários. Já há planos para Uma vacina contra o novo coronavírus desenvolvida por investigadores australianos apresentou resultados na resposta imunológica de pacientes e foi considerada segura na primeira ronda de ensaios clínicos a que a Covax-19, como é conhecida a vacina, foi sujeita.

Esta vacina, desenvolvida por uma equipa liderada pelo professor Nikolai Petrovsky, da Universidade de Flinders, em Adelaide, Austrália, é a primeira a ultrapassar a primeira ronda de testes com sucesso, após ter sido aplicada em 40 voluntários, nenhum dos quais apresentou efeitos secundários.

"Conseguimos confirmar que a vacina Covax-19 consegue induzir uma resposta imunológica apropriada em humanos", explicou o responsável ao The Australian, acrescentando que a vacina está muito perto de poder ser aplicada em larga escala. O estudo agora seguirá para a segunda fase de ensaios clínicos, em que a vacina será aplicada em 500 pessoas, já em setembro.

O professor Petrovsky assinala ainda que, uma vez que os primeiros voluntários não apresentaram quaisquer efeitos secundários de relevo, na segunda fase vão estar incluídos já grupos de risco ou mais vulneráveis, como doentes oncológicos, idosos e crianças. A ideia é que a vacina possa ser aplicada muito em breve nos lares de idosos em Victoria, localidade onde os surtos de covid-19 aumentaram bastante nos últimos dias.

"Obviamente que a nossa vacina ainda vai ser sujeita a mais testes até ao ensaio clínico final, mas não há razão nenhuma para não incluir idosos dos lares de Victoria na próxima fase de testes, dar-lhes a vacina e, assim, tentar protege-los. Sabemos que não lhes vai fazer mal, porque é completamente segura", defendeu o investigador.

O cientista australiano é fundador da Vaxine, que anteriormente desenvolveu vacinas para gripe suína e para a gripe das aves. A terceira fase de testes está já delineada, com 50 mil pessoas de vários países a serem incluídas no ensaio clínico.

 

Fonte: Site do Jornal "Correio da Manhã"  e autor em 31 de Julho de 2020

Covid-19. Vacina da Moderna está a ser negociada com vários governos e vai custar entre 42 e 51 euros, avança “Financial Times” -

Covid-19. Vacina da Moderna está a ser negociada com vários governos e vai custar entre 42 e 51 euros, avança “Financial Times” - 

A empresa de biotecnologia norte-americana Moderna deverá vender a vacina que está a desenvolver por uma cifra entre 42 e 51 euros (50-60 dólares), avançou na terça-feira o “Financial Times”, que cita pessoas próximas do processo de negociação.

Se for confirmado este preço, será a vacina mais cara do mercado, quase mais €10 do que a das concorrentes Pfizer e BioNTech (pelo menos nos acordos com o governo norte-americano), escreve a Reuters. O plano da Moderna, segundo o “FT”, passa por uma distribuição prioritária para os Estados Unidos e outros países economicamente mais poderosos. O protocolo e o acordo preveem duas doses da vacina.

Apesar deste desvio e aumento expectável do valor da vacina da Moderna, analistas daquela indústria disseram à Reuters que os preços estipulados por Pfizer e BioNTech deverão estabelecer a bitola no mercado.

A vacina, que já está a ser negociada pela Moderna com alguns governos, segundo o porta-voz da empresa, chama-se mRNA-1273. Foi a primeira vacina desenvolvida por empresas norte-americanas a chegar à fase dos ensaios clínicos. Esses sinais animadores levaram a um aumento de 325% das ações da empresa, sediada em Boston, durante 2020, conta o “FT”. O governo norte-americano já injetou mais de 850 milhões nesta empresa de biotecnologia para apoiar o desenvolvimento da vacina.

A Reuters escreve ainda que empresas como Moderna, Pfizer e Merck & Co já admitiram que contam com a obtenção de lucros desta operação, enquanto a Jonhson & Jonhson anunciou que não pretende obter lucro com a vacina.

 

 

Fonte: Site do Jornal "Expresso"  e autor em 29 de Julho de 2020