Bionova Capital investe 300.000 euros na Vaxdyn para desenvolvimento de vacina

Bionova Capital investe 300.000 euros na Vaxdyn para desenvolvimento de vacina - 

A portuguesa Bionova Capital, sociedade de capital de risco, vai investir 300.000 euros na Vaxdyn para o desenvolvimento de uma vacina contra bactérias resistentes a antibióticos, foi anunciado.

"A Bionova Capital, uma sociedade de capital de risco portuguesa especializada na área da saúde, anunciou hoje um novo investimento de 300.000 euros na Vaxdyn", avançou, em comunicado, a empresa.

A Vaxdyn é uma empresa de biotecnologia sediada em Espanha, "estando actualmente a desenvolver uma nova vacina para prevenir infecções potencialmente fatais, como a pneumonia, causadas por bactérias resistentes a antibióticos", explicou.

A sociedade investiu na Vaxdyn em conjunto com a CARB-X (que aplicou cerca de 6,1 milhões de euros), um consórcio financiado pela Fundação Bill & Melinda Gates, a Autoridade Biomédica de Investigação e Desenvolvimento Avançado dos EUA, a fundação britânica Wellcome Trust, entre outros.

A Vaxdyn tem ainda entre os investidores os laboratórios Reig Jofré, o Grupo Arquimea e o veículo de investimento Mind the Gap.

De acordo com a Bionova, esta vacina poderá proteger contra infecções causas por três espécies bacterianas, classificadas pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como sendo as mais perigosas para a saúde -- 'Acinetobacter baumannii', 'Klebsiella pneumoniae' e 'Pseudomonas aeruginosa'.

"Estamos determinados em desenvolver uma nova vacina que previna as perigosas infecções causadas por superbactérias, permitindo uma protecção segura e eficaz contra as mesmas", afirmou, citado em comunicado, o presidente executivo da Vaxdyn, Juanjo Infante.

Por sua vez, o 'chairman' da Bionova Capital, Peter Villax, lembrou que a pandemia de covid-19 veio mostrar que o "investimento para prevenir crises de saúde pública tem de ser feito com muita antecedência" e que as bactérias resistentes a antibióticos são uma das principais causas de morte no mundo.

 

Fonte: Site do "Jornal de Negócios" e autor em 8 de Março de 2021.

Farmacêuticos começam a ser vacinados na segunda-feira

Farmacêuticos começam a ser vacinados na segunda-feira - 

Os farmacêuticos vão começar a ser vacinados contra a covid-19 a partir de segunda-feira, no âmbito das prioridades estabelecidas para esta primeira fase do plano de vacinação, anunciou este sábado aquela ordem profissional. Em comunicado, a Ordem dos Farmacêuticos (OF) adianta que cerca de oito mil farmacêuticos registaram-se para receber a vacina, o que começará a suceder na segunda-feira, após chamada das autoridades e unidades de saúde locais.

A informação foi avançada à OF pela task-force responsável pela coordenação e implementação do Plano de Vacinação, que solicitou a colaboração da Ordem na identificação dos membros que pretendem integrar a primeira fase da campanha. Nesse sentido, a Ordem recenseou os farmacêuticos directamente envolvidos na prestação de cuidados, que trabalham no sector privado e social – farmacêuticos comunitários, hospitalares, analistas clínicos, dos cuidados de saúde primários e continuados –, e enviou a lista actualizada ao grupo de trabalho.

Os dados recolhidos pela OF incluíam a identificação dos agrupamentos de centros de saúde da área de residência ou do domicílio profissional dos farmacêuticos, que serão assim contactados pelas autoridades e unidades de saúde locais, de acordo com dados submetidos no formulário de registo para vacinação.

“O esforço de vacinar todos os profissionais de saúde, antes de criar qualquer nova prioridade, é absolutamente fundamental. Os critérios estão definidos e têm de ser seguidos, de acordo com os objectivos por cada fase de vacinação: salvar vidas, garantir a resiliência do sistema de saúde, e libertar a economia. Exactamente por esta ordem”, defende a Bastonária da Ordem dos Farmacêuticos, Ana Paula Martins.

A OF recorda que durante a pandemia de covid-19 os farmacêuticos têm assegurado sempre o acesso dos portugueses aos medicamentos, aos meios complementares de diagnóstico e a cuidados de saúde diferenciados, prestados em ambiente hospitalar ou em ambulatório, junto das comunidades que servem.

“Num contexto de emergência em saúde pública, garantiram a continuidade da terapêutica de muitos utentes, em particular de doentes crónicos, mas também o acesso da generalidade da população a equipamentos de protecção individual, testes de rastreio e diagnóstico da infecção por SARS-CoV-2 e vacinas não incluídas no Plano Nacional de Vacinação”, destaca o comunicado.

 

Fonte: Site do Jornal "Eco.sapo.pt" e autor em 8 de Março de 2021.

Infarmed suspende comercialização de medicamentos com ranitidina

Infarmed suspende comercialização de medicamentos com ranitidina - 

O Infarmed recomendou a recolha e suspensão imediata da comercialização dos lotes de medicamentos com ranitidina.

A decisão surge na sequência de o Comité de Avaliação de Medicamentos de Uso Humano (CHMP) da Agência de Medicamentos Europeia (EMA) ter efectuado uma avaliação dos dados disponíveis e recomendou a suspensão de todas as Autorizações de Introdução no Mercado (AIM) dos medicamentos contendo ranitidina.

De acordo com o Infarmed nenhum dos medicamentos listados se encontra, neste momento, comercializado, e que, enquanto os medicamentos com ranitidina não estiverem disponíveis, os doentes devem ser aconselhados sobre medicamentos alternativos para tratar ou controlar doenças como azia e úlceras gástricas, conforme alternativas terapêuticas, que podem ser consultadas no Formulário Nacional de Medicamentos.

 

Fonte:  Site "Netfarma.pt" e autor em 8 de Março de 2021.

Em confinamento, mais de metade das compras são em alimentação e farmácia

Em confinamento, mais de metade das compras são em alimentação e farmácia - 

Sectores dos supermercados, pequenas distribuição alimentar e farmácias foram responsáveis por 61% das transacções entre 15 de Janeiro a 28 de Fevereiro, segundo a SIBS.

Com o país em confinamento, mais de metade das compras dos portugueses correspondem a produtos alimentares e de farmácia. De acordo com dados divulgados pela SIBS, esta sexta-feira, os sectores dos supermercados, pequenas distribuição alimentar e farmácias foram responsáveis por 61% das transacções entre 15 de Janeiro a 28 de Fevereiro.

No primeiro confinamento, há um ano, esta taxa tinha sido de 67%, um valor próximo do actual. Os números deste confinamento que começou em Janeiro significam um crescimento de 14 pontos percentuais face aos meses de Novembro, Dezembro de 2020 e primeira quinzena de Janeiro.

No mesmo período, verificou-se um aumento de 46% das compras online, em comparação com o mesmo período do ano passado. "O e-commerce representa já 18% do total de compras electrónicas, valor que praticamente duplicou face ao período pré-pandemia", revela a SIBS.

Relativamente ao consumo em loja, registou-se uma queda de 31% nas compras na Rede Multibanco neste segundo confinamento face ao mesmo período de 2020, valores ainda assim longe dos verificados de Março a Maio do ano passado, em que as compras físicas chegaram a cair 47%.

A SIBS sublinha ainda que a utilização do MB Way nas lojas físicas tem sido "muito significativa", com as transacções através da app a crescerem 2,9x no último mês e meio, face ao mesmo período de 2020.

 

Fonte:  Site "noticiasaominuto.com" e autor em 5 de Março de 2021.

Cientistas usam 35 mil amostras para avaliar infecciosidade de variantes

Cientistas usam 35 mil amostras para avaliar infecciosidade de variantes - 

Investigadores do Instituto de Investigação e Inovação em Saúde (i3S) vão, através de mais de 35 mil amostras nasofaríngeas, avaliar as co-infecções com o SARS-CoV-2 e perceber se a infecciosidade das variantes se alterou ao longo do último ano.

Em declarações à agência Lusa, Didier Cabanes, investigador e director do centro de testagem à Covid-19 criado no instituto da Universidade do Porto, explicou hoje que o projecto têm "duas vertentes": uma científica e outra técnica.

No âmbito do programa Horizonte 2020, o i3S recebeu um financiamento de 300 mil euros da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte (CCDR-N), tendo por base o seu biobanco de amostras nasofaríngeas testadas para o SARS-CoV-2, que reúne mais de 35 mil amostras, um terço das quais positivas para a Covid-19.

O biobanco guarda desde Março de 2020 amostras em congeladores a temperaturas entre os 80 e 20 graus celsius negativos e vai permitir avaliar as co-infecções no último ano com o SARS-CoV-2.

"Vamos tentar analisar se outros agentes patogénicos como baterias ou fungos podem estar associados à infecção pelo novo coronavírus e se variam sazonalmente", esclareceu o investigador líder do grupo Microbiologia Molecular do i3S.

Paralelamente, os investigadores vão avaliar se a infecciosidade e agressividade das variantes do SARS-CoV-2 mudou ao longo do último ano.

No âmbito do projecto, que decorre até Junho de 2023, o instituto da Universidade do Porto adquiriu "robôs" para "automatizar" o diagnóstico à Covid-19 no laboratório com capacidade para analisar 350 amostras por dia.

"A compra dos robôs permite ter menos pessoas no laboratório e um maior controlo sobre a qualidade do processo. Normalmente, comunicamos os resultados em menos de 10 horas, pelo que os robôs não vão aumentar significativamente o tempo, mas sim a qualidade do processo de diagnóstico", acrescentou.

O instituto pretende ainda fazer "algumas modificações ao protocolo" por forma a poder, à semelhança de outros laboratórios, fazer o teste à Covid-19 através da saliva e detectar as variantes ao SARS-CoV-2.

"Vamos ver se funciona, mas isso não vai ser imediato", antecipou Didier Cabanes.

O i3S tem já "todo o procedimento implementado" para proceder ao isolamento do vírus, bem como aos testes de infecção, cuja realização requer que seja feita num laboratório de biossegurança nível 3.

Este laboratório vai permitir avançar com os testes experimentais da vacina que está a ser produzida pela Immunothep, sendo que o objectivo do instituto é "vacinar ratinhos e infectá-los com o vírus isolado [pelo próprio instituto] para ver se estão protegidos".

A doença é transmitida por um novo coronavírus detectado no final de Dezembro de 2019, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

 

Fonte:  Site "noticiasaominuto.com" e autor em 5 de Março de 2021.

 

Comissão nomeada pelo ministério confirma diagnóstico negro na Saúde Pública

Comissão nomeada pelo ministério confirma diagnóstico negro na Saúde Pública - 

Em Fevereiro do ano passado, a ministra nomeou um grupo de peritos para fazer um diagnóstico da área e elaborar uma proposta para a reforma da Saúde Pública. O primeiro relatório está feito e entregue: "Recursos são manifestamente insuficientes para a vigilância epidemiológica e para a resposta a ameaças de âmbito populacional."

Em Setembro de 2016, o Ministério da Saúde publicava um documento sobre o estado da Saúde Pública em Portugal, elaborado pela então Comissão para a Reforma da Saúde Pública Nacional. Neste, os números que sustentavam a realidade estavam longe dos ratios recomendados. O país deveria ter 425 médicos especialistas (ratio para 25 mil habitantes) e tinha 271, deveria ter 407 técnicos ambientais (ratio para 15 mil habitantes) e tinha 303, só a classe de enfermagem correspondia ao exigido 177 profissionais (ratio para 30 mil habitantes).

De lá para cá, "a situação não mudou. Pelo contrário, só agravou", confirmam ao DN fontes do sector. A pandemia da covid-19 é um retracto disso mesmo. "Não podemos esquecer que chegámos a ter mais de 50 mil inquéritos epidemiológicos em aberto por falta de recursos. Foi tempo que se deu a ganhar à pandemia, porque não se quebraram cadeias de transmissão", argumentam as mesmas fontes.

Este diagnóstico, feito pela Comissão para a Elaboração da Proposta de Reforma da Saúde Pública e Sua Implementação, nomeada em Fevereiro do ano passado pela ministra Marta Temido, foi entregue ao Ministério da Saúde em Dezembro de 2020 e vem confirmar o retracto negro na Saúde Pública que tem vindo a ser denunciado por muitos no último ano: recursos humanos insuficientes, profissionais desanimados, sem incentivos e exaustos. No texto, pode ler-se: "Os rácios preconizados, ao abrigo do decreto-lei nº 81/2009, de 2 de Abril (número 3 do artigo 8º), alterado pelo decreto-lei nº 137/2013, de 7 de Outubro, para as unidades de saúde pública, são manifestamente insuficientes para a vigilância epidemiológica e para a resposta a ameaças de âmbito populacional - o que foi manifesto no decurso da presente pandemia pelo SARS-CoV-2".

No documento, a que o DN teve acesso, a comissão considerava ainda que tal diagnóstico deveria ser dado a conhecer "junto dos profissionais e serviços alvo do inquérito em que se fundamentou. Trata-se de uma estratégia que se nos afigura essencial a uma reforma transparente, responsável e participativa", concluindo ser "da maior pertinência o reforço da capacidade de vigilância epidemiológica, por parte dos serviços operativos de saúde pública, locais e regionais. A pandemia da covid-19 tornou, por demais, evidente a escassez de recursos na área - essenciais à detecção e à prevenção e controlo de surtos/epidemias".

É preciso saber "quantos somos e onde estamos"

A comissão defendeu também, após análise às respostas dadas por 788 profissionais da área - entre médicos, enfermeiros, técnicos ambientais, técnicos de saúde, assistentes operacionais, etc, que responderam aos inquéritos lançados em plena pandemia, entre Junho e Setembro do ano passado, - que este diagnóstico impõe "um cadastro actualizado em relação ao 'quantos somos e onde estamos', que permita a rastreabilidade dos profissionais, em termos de mobilidade interserviços, relativo aos recursos humanos em funções nos serviços de saúde pública e institutos correlatos".

Aliás, desde o início da pandemia que não há números certos sobre o total de profissionais, nomeadamente de médicos, que é a classe com maior carência de recursos nesta área. Os que existem são ainda os dados constantes no relatório de 2016, sendo que muitos dos profissionais já saíram das unidades em que desempenhavam funções, para a reforma ou para outras áreas de trabalho.

Mas não só. O diagnóstico descrito no documento revela ainda que muitos dos profissionais não funcionam em tempo completo, daí a necessidade de no cadastro que vier a ser feito "dever ser contemplada a metodologia ETC (equivalentes a tempo completo), sob pena da sobrestimação dos recursos disponíveis (constatou-se um número significativo de profissionais de Saúde Pública que exercem funções, a tempo não integral, no serviço de colocação)", justifica a comissão.

O relatório sublinha ser imperioso, "no que diz respeito a necessidades estruturais e funcionais, o reforço da capacidade de preparação e resposta nacional, mediante a dotação suficiente, humana e material, dos serviços de saúde pública e da sua capacidade funcional de intervenção junto dos restantes operadores da sociedade (incluindo, além da rede hospitalar, as autarquias, a protecção civil, a segurança social, o sector da educação). Embora, o primeiro objectivo do diagnóstico de situação não fosse "o pretender discutir modelos organizacionais e de cuidados, por extravasar o seu 'mandato'", a comissão considerou ter de reforçar que "a organização e funcionamento dos serviços de saúde pública deverá respeitar as operações essenciais de Saúde Pública da OMS Europa (EPHO), sendo que os recursos afectos devem ser os correspondentes à sua consecução".

211 médicos, 149 especialistas e 62 internos

De acordo com os dados constantes neste diagnóstico, dos 788 profissionais de saúde pública que responderam aos inquéritos 214 são do sexo masculino, 574 do sexo feminino, sendo a média de idade nos homens de 46,4 anos e nas mulheres de 46,9 - 76% dos que responderam têm idade igual ou superior a 40 anos e 56% entre os 40 e os 59 anos.

Do total, 211 pertenciam à classe médica, 149 especialistas em Saúde Pública, 13 hospitalares, mas com funções nesta área, e 62 médicos internos; 149 eram enfermeiros de saúde pública e saúde comunitária enquanto dos restantes 13% eram assistentes técnicos e 6% assistentes operacionais.

O mesmo inquérito revela que 80,7% do total, 636 profissionais, desempenham funções em unidades de saúde pública, 8,2%, 65, nos departamentos de saúde pública das ARS e 2,5%, 20, na Direcção-Geral da Saúde). Havendo ainda 3,8% que identificaram o seu serviço de origem como "cuidados de saúde primários" ou "agrupamento de centros de saúde".

Um dado referido no documento é o de que, "quando inquiridos quanto à identificação do programa ou programas coordenados, apenas 4%, 12 profissionais, indicaram ter nos seus serviços "uma coordenação efectiva de programas, referindo-se os restantes estar ao desempenho de chefias de outra natureza que não programas de saúde pública". Os programas de saúde pública referidos pelos 4% foram: Programa Nacional de Vacinação, Prevenção da Violência em Adultos, Segurança alimentar, Programa Nacional de Promoção da Saúde Oral, Programa de Saúde Escolar e Comissões da Qualidade e Segurança nos hospitais.

Quanto ao acesso a sistema de informação, só 8% dos profissionais referiram não dispor de acesso nenhum, sendo o programa mais acedido agora o Trace Covid-19, mas uma das críticas feitas pela classe durante este último ano é que não existe sequer um sistema nacional que permita a vigilância e monitorização epidemiológica.

48% dizem não ter condições de trabalho

No que toca, à situação laboral dos profissionais, o documento dá conta que 76% estão abrangidos por contracto de trabalho por tempo indeterminado, 14% por contracto individual sem termo, 7% por contracto em termo resolutivo e 2% por outras modalidades. Em relação ao horário de trabalho, 79% dos profissionais disse praticar um horário semanal de 35 horas e 20% de 40 horas. A grande maioria, 83%, referiu exercer em exclusivo funções no seu serviço de colocação.

Quanto às condições de trabalho, recursos humanos e logísticas necessárias para a execução da função, 48% consideraram não terem condições para o desempenho de funções, 3% disseram mesmo não dispor de qualquer condição para esse exercício e 2% disseram que tais condições estavam totalmente preenchidas.

No final, o documento destaca que como principais carências: "A falta de recursos e de profissionais, a (in)disponibilidade de viatura para deslocações em serviço e os sistemas "informáticos" (acesso). Por outro lado, "a ausência de reconhecimento pelas funções que desempenham é um dos aspectos referidos pelos profissionais, juntamente com a ausência de "incentivos".

Depois deste diagnóstico, o DN sabe que a Comissão nomeado pelo ministério está a finalizar o documento para a reforma da Saúde Pública, que deve entregar até ao final deste mês. Ao DN, profissionais do sector referem que o retracto aqui traçado é o resultado da falta de investimento e do esquecimento a que tem estado votada uma área fundamental para a saúde comunitária.

 

Fonte: Site do Jornal "Diário de Notícias" e autor em 4 de Março de 2021.